sexta-feira, 29 de junho de 2012

JULHO-MÊS DO DIZIMO

Pensar no Dízimo é Pensar na Casa de Deus! O Templo que é o Santuário da Mãe Aparecida, está belo graças às doações e dízimos dos fiéis que frequentam a nossa Paróquia e mesmo não frequentando, há aqueles que ajudam porque querem ver a obra de Deus fisicamente bela e acima de tudo espiritualmente aproximando-se na busca do Reino de Deus e sua Justiça. Porque se a casa de Deus está bela, você consegue rezar melhor e sente o conforto do amor de Deus que se manifesta em sua casa! Como é bom estarmos em nossa casa e independente se a mesma é cheia de todos os adornos ou não, mas se tem bom gosto e é bem arrumada e acima de tudo zelada, nos sentimos bem! Assim, quero convidar a você que não é dizimista a se tornar um e você que é a catequisar mais uma pessoa que frequenta a nossa paróquia em suas celebrações para se tornar Dizimista. Você pode se perguntar: mais qual o valor que devo dar para ser dizimista? A Palavra de Deus, a Bíblia diz: “Pagai integralmente os dízimos ao tesouro do templo, para que haja alimento em minha casa. Fazei a experiência - diz o Senhor dos exércitos - e vereis se não vos abro os reservatórios do céu e se não derramo a minha bênção sobre vós muito além do necessário” (Ml 3,10). O Dízimo integral que fala este trecho da escritura sagrada diz respeito aos 10%, ou seja, a décima parte. O homem é, portanto, um cultivador e zelador dos bens de Deus; e uma forma de reconhecer e obedecer a esse Senhorio de Deus é deixar uma parte desses bens reservada para Deus. Hoje, a Comunidade de Fé que é a Igreja precisa manter o que está construído e acima de tudo preparar agentes de pastoral para atuarem no Campo de Missão da nossa paróquia: Catequistas, Formação bíblica dos leigos, o sacerdote. E também o dízimo leva a uma dimensão social que não é divulgada, pois não precisamos mostrar o que fazemos, mais o dizimista ajuda a famílias necessitadas do alimento corporal e espiritual. Além da Dimensão Religiosa: manutenção do templo, a saber: limpeza do santuário, dos salões, concerto e conservação de peças e artefatos adquiridos, sacristão, secretaria, zelador. Pense! A Casa de Deus, este Santuário de Nossa Senhora Aparecida precisa de sua ajuda! Comece com 2% você que não é dizimista. Mas você que já é, pense se já não esta na hora de devolver “integralmente” na casa de Deus o seu dízimo, para que não fique em sua consciência esta frase: “Pode o homem enganar o seu Deus? Por que procurais enganar-me? E ainda perguntais: Em que vos temos enganado? No pagamento dos dízimos e nas ofertas” (Ml 3,8). Pe. Cássio S de Souza

29/06 DIA DE SÃO PEDRO E SÃO PAULO APOSTOLOS DE JESUS

São Pedro Apóstolo Imagem de São Pedro que fica na Capelinha do fundo da igreja Discípulo de Jesus nascido em Betsaida, Galiléia, conhecido como o Príncipe dos Apóstolos e o fundador da Igreja Cristã em Roma e considerado pela Igreja Católica como seu primeiro Papa. As principais fontes de informação sobre sua vida são os quatro Evangelhos (Mateus, Marcos, Lucas e João), onde aparece com destaque em todas as narrativas evangélicas, os Atos dos Apóstolos, as epístolas de Paulo e as duas epístolas do próprio apóstolo. Filho de Jonas e irmão do apóstolo André, seu nome original era Simão e na época de seu encontro com Cristo morava em Cafarnaum, com a família da mulher (Lc 4,38-39). Pescador, tal como os apóstolos Tiago e João, trabalhava com o irmão e o pai e foi apresentado a Jesus por seu irmão, em Betânia, onde tinha ido conhecer o Cristo, por indicação de João Batista. No primeiro encontro Jesus o chamou de Cefas, que significava pedra, em aramaico, determinando, assim, ser ele o apóstolo escolhido para liderar os primeiros propagadores da fé cristã pelo mundo. Jesus, além de muda-lhe o nome, o escolheu como chefe da cristandade aqui na terra: “E eu te digo: Tu és pedra e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela. E eu te darei as chaves do reino dos céus; e tudo o que ligares sobre a terra, será ligado também nos céus” (Mt. 16: 18-19). Convertido, despontou como líder dos doze apóstolos, foi o primeiro a perceber em Jesus o filho de Deus. Junto com seu irmão e os irmãos Tiago e João Evangelista, fez parte do círculo íntimo de Jesus entre os doze, participando dos mais importante milagres do Mestre sobre a terra. Teve, também, seus momentos controvertidos, como quando usou a espada para defender Jesus e na passagem da tripla negação, e de consagração, pois foi a ele que Cristo apareceu pela primeira vez depois de ressuscitar. Após a Ascensão, presidiu a assembléia dos apóstolos que escolheu Matias para substituir Judas Iscariotes, fez seu primeiro sermão no dia de Pentecostes e peregrinou por várias cidades. Fundou as linhas apostólicas de Antióquia e Síria, as mais antigas sucessões do Cristianismo, precedendo as de Roma em vários anos, que sobrevivem em várias ortodoxias Sírias. Encontrou-se com São Paulo, ou Paulo de Tarso, em Jerusalém, e apoiou a iniciativa deste, de incluir os não judeus na fé cristã, sem obrigá-los a participarem dos rituais de iniciação judaica. Após esse encontro, foi preso por ordem do rei Agripa I, encaminhado à Roma durante o reinado de Nero, onde passou a viver. Ali fundou e presidiu à comunidade cristã, base da Igreja Católica Romana e, por isso, segundo a tradição, foi executado por ordem do imperador, no mesmo ano de Paulo e pelo mesmo motivo, mas em ocasiões diferentes. Conta-se, também, que pediu para ser crucificado de cabeça para baixo, por se julgar indigno de morrer na mesma posição de Cristo. Seu túmulo se encontra sob a catedral de S. Pedro, no Vaticano, e é autenticado por muitos historiadores. É festejado no dia 29 de junho

quinta-feira, 14 de junho de 2012

NOVENA E FESTA DO SENHOR BOM JESUS DOS MILAGRES 2012

DE 27/05 A 06/06 A MATRIZ DE NOSSA COMUNIDADE O ORATORIO BOM JESUS DOS MILAGRES E NOSSA SENHORA APARECIDA VIVENCIOU A NOVENA E FESTA DO SENHOR DOS MILAGRES 2012,COM O TEMA:"DEUS SE FEZ PÃO E NOS TORNOU IRMÃOS!!!.APARTIR DESTE ANO A FESTA DO SENHOR DOS MILAGRES COMEÇARA NO DOMINGO DE PENTECOSTES SENDO ENCERRADA NA QUARTA-FEIRA ANTES DA SOLENIDADE DE CORPUS CHRIST.MUITO OBRIGADO A TODOS OS QUE COMPRARAM O LIVRINHO DA NOVENA E FESTA 2012 E A TODOS QUE NAS PEQUENAS E GRANDES COISAS NOS AJUDARAM DEUS OS ABENÇOE,SALVE MARIA!!!!

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS 2012

Reze com fé e o Sagrado Coração de Jesus lhe concederá as graças que você tanto precisa. (aprovada por Leão XIII a 2 de abril de 1899) Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, tende piedade de nós. R. Senhor, tende piedade de nós. Jesus Cristo, ouvi-nos. R. Jesus Cristo, atendei-nos. Pai celeste, que sois Deus, tende piedade de nós. Filho, Redentor do mundo, que sois Deus, tende piedade de nós. Espírito Santo, que sois Deus, tende piedade de nós. Santíssima Trindade, que sois um só Deus, tende piedade de nós. Coração de Jesus, Filho do Padre Eterno, tende piedade de nós. Coração de Jesus, formado pelo Espírito Santo no seio da Virgem Mãe, Coração de Jesus, unido substancialmente ao Verbo de Deus, Coração de Jesus, de majestade infinita, Coração de Jesus, templo santo de Deus, Coração de Jesus, tabernáculo do Altíssimo, Coração de Jesus, casa de Deus e porta do céu, Coração de Jesus, fornalha ardente de caridade, Coração de Jesus, receptáculo de justiça e de amor, Coração de Jesus, cheio de bondade e de amor, Coração de Jesus, abismo de todas as virtudes, Coração de Jesus, digníssimo de todo o louvor, Coração de Jesus, rei e centro de todos os corações, Coração de Jesus, no qual estão os tesouros da sabedoria e da ciência, Coração de Jesus, no qual habita toda a plenitude da divindade, Coração de Jesus, no qual o Pai pôs as Suas complacências, Coração de Jesus, de cuja plenitude nós todos participamos, Coração de Jesus, desejo das colinas eternas, Coração de Jesus, paciente e misericordioso, Coração de Jesus, rico para todos os que Vos invocam, Coração de Jesus, fonte de vida e de santidade, Coração de Jesus, propiciação pelos nossos pecados, Coração de Jesus, saturado de opróbrios, Coração de Jesus, atribulado por causa de nossos crimes, Coração de Jesus, feito obediente até a morte, Coração de Jesus, atravessado pela lança, Coração de Jesus, fonte de toda a consolação, Coração de Jesus, nossa vida e ressurreição, Coração de Jesus, nossa paz e reconciliação, Coração de Jesus, vítima dos pecadores, Coração de Jesus, salvação dos que esperam em Vós, Coração de Jesus, esperança dos que expiram em Vós, Coração de Jesus, delícia de todos os santos, Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, perdoai-nos, Senhor, Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, atendei-nos, Senhor, Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo, tende piedade de nós. V. Jesus, manso e humilde de coração. R. Fazei nosso coração semelhante ao Vosso. Oremos: Deus onipotente e eterno, olhai para o Coração de Vosso Filho diletíssimo e para os louvores e as satisfações que Ele, em nome dos pecadores, vos tributa; e aos que imploram a vossa misericórdia concedei benigno o perdão, em nome do vosso mesmo Filho Jesus Cristo, que convosco vive e reina, em união com o Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos. Amém Já pensou em homenagear o Sagrado Coração de Jesus por meio de uma Santa Missa ? Pois então, ligue para 0800 774 7557 (ou 5083 3003 para São Paulo) e registre seus agradecimentos e seus pedidos de oração a Nosso Senhor. Confie e Ele ouvirá suas súplicas.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Matta el Meskin: Comunhão no Amor

trad.: Pe. José Artulino Besen* A nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo. 1Jo 1,3 Pentecostes: A Promessa do Pai A Ascensão do Senhor, já comentamos, quarenta dias após a ressurreição e o modo como ele completou a Redenção iniciada na Cruz. Quando, naquele dia, subiu e atravessou a barreira que nos separa do Pai e penetrou até o interior do véu do santuário como precursor, para nossa vantagem (cf. Hb 6,19-20), Cristo entrou com as mãos tingidas do próprio sangue e compareceu diante do Pai imolado na carne por causa de seu amor e de sua obediência. A ira de Deus pela transgressão do homem foi aplacada para sempre: o próprio Filho tornou-se oferta de expiação pela humanidade imperfeita. Daí deriva a expressão Jesus entrou por nós como precursor... Dando-nos assim uma redenção eterna (Hb 6,20; 9,12). Por isso, através de sua ressurreição e ascensão à direita do Pai, Cristo completou o dom descido do céu, tornando perfeita a redenção e assegurando a salvação a todos que creem nele. APÓS A REDENÇÃO O que permanece após a redenção e a salvação é o nosso ingresso na comunhão com o Pai, o poder viver com ele no amor, como filhos. Uma coisa é morrer com Cristo, ressurgir com ele, com ele assentar-se nos céus, e outra é viver com o Pai na comunhão do amor dos filhos. Esse é o dom realizado pelo Espírito Santo, um tempo chamado “a promessa do Pai”, cuja data estava fixada na história da humanidade: esse dom foi preanunciado pelos profetas, foi retomado por Cristo e realizado em Pentecostes. A REVELAÇÃO DO AMOR DO PAI EM PENTECOSTES Todos sabem que Cristo realizou o projeto divino mediante a carne, isto é, a morte, a ressurreição, a ascensão e o assentar-se à direita do Pai. Mas, em Pentecostes, o Pai realizou o próprio projeto mediante o Espírito Santo. Enquanto que o objetivo do Filho é a salvação mediante a remissão do pecado e do castigo consequente e o restabelecimento da relação entre Deus e o homem na base de uma reconciliação eterna, a vontade do Pai é que nós vivamos com ele no amor de filhos: esta vontade se realizou em Pentecostes como resultado da obra de Cristo. Onde terminou a missão de salvação e de redenção do Filho, teve início a missão de amor e de adoção do Pai. Referente a isso afirma expressamente o Senhor: Nesse dia vocês pedirão em meu nome e não será necessário que eu os recomende ao Pai, pois o próprio Pai ama vocês, porque vocês me amaram e acreditaram que eu saí de junto de Deus (Jo 16, 26-27). A afirmação de Cristo – O Pai vos ama e naquele dia – realizou-se definitivamente em Pentecostes, quando o Pai enviou o Espírito Santo, o seu Espírito, o Espírito do amor paterno, um tempo indicado como “a promessa do Pai”. Paulo o explica com estes termos: o amor do Pai foi derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5,5). Isso significa que a primeira impressão, na mente e no coração, neste grande dia de Pentecostes, deveria ser o afeto do Pai por nós, um sentimento de amor paterno e ardente derramado sobre a humanidade, que se seguiu à realização, por parte do Filho, de todas as condições exigidas para a redenção e a salvação. Esta é a nossa porção de glória naquele grande dia; este é o tesouro de amor ao qual tiveram acesso os fiéis de todos os tempos, sem que jamais se esgotasse; este é o ardente amor do Pai que nos faz gritar incessantemente: Abbá, Pai!. De fato, o Espírito de Pentecostes é um Espírito de fogo que desce diretamente do Pai e dele comunica, através das chamas, a compaixão e o amoroso afeto mantidos ocultos da humanidade por milênios de anos. Gostaria que tomássemos consciência da eficácia e da magnificência deste amor, porque o seu mistério é extremamente profundo. Demonstrou-se doador de vida e é semelhante a um fogo capaz de transformar a nossa natureza, assim como o fogo transforma o pó em ouro. Com o mesmo amor com o qual Deus amou seu Filho unigênito, Deus escolheu, neste “dia divino”, amar-nos e derramar sobre nós abertamente o seu Espírito. Assim, transformou-nos de servos em filhos e nos elevou da terra ao céu, pelos méritos de seu Filho que desceu à nossa terra e se imolou por amor de nós. Postado por Cássio S Souza (Sacerdote) às 21:20:00 trad.: Pe. José Artulino Besen* A nossa comunhão é com o Pai e com o seu Filho Jesus Cristo. 1Jo 1,3 Pentecostes: A Promessa do Pai A Ascensão do Senhor, já comentamos, quarenta dias após a ressurreição e o modo como ele completou a Redenção iniciada na Cruz. Quando, naquele dia, subiu e atravessou a barreira que nos separa do Pai e penetrou até o interior do véu do santuário como precursor, para nossa vantagem (cf. Hb 6,19-20), Cristo entrou com as mãos tingidas do próprio sangue e compareceu diante do Pai imolado na carne por causa de seu amor e de sua obediência. A ira de Deus pela transgressão do homem foi aplacada para sempre: o próprio Filho tornou-se oferta de expiação pela humanidade imperfeita. Daí deriva a expressão Jesus entrou por nós como precursor... Dando-nos assim uma redenção eterna (Hb 6,20; 9,12). Por isso, através de sua ressurreição e ascensão à direita do Pai, Cristo completou o dom descido do céu, tornando perfeita a redenção e assegurando a salvação a todos que creem nele. APÓS A REDENÇÃO O que permanece após a redenção e a salvação é o nosso ingresso na comunhão com o Pai, o poder viver com ele no amor, como filhos. Uma coisa é morrer com Cristo, ressurgir com ele, com ele assentar-se nos céus, e outra é viver com o Pai na comunhão do amor dos filhos. Esse é o dom realizado pelo Espírito Santo, um tempo chamado “a promessa do Pai”, cuja data estava fixada na história da humanidade: esse dom foi preanunciado pelos profetas, foi retomado por Cristo e realizado em Pentecostes. A REVELAÇÃO DO AMOR DO PAI EM PENTECOSTES Todos sabem que Cristo realizou o projeto divino mediante a carne, isto é, a morte, a ressurreição, a ascensão e o assentar-se à direita do Pai. Mas, em Pentecostes, o Pai realizou o próprio projeto mediante o Espírito Santo. Enquanto que o objetivo do Filho é a salvação mediante a remissão do pecado e do castigo consequente e o restabelecimento da relação entre Deus e o homem na base de uma reconciliação eterna, a vontade do Pai é que nós vivamos com ele no amor de filhos: esta vontade se realizou em Pentecostes como resultado da obra de Cristo. Onde terminou a missão de salvação e de redenção do Filho, teve início a missão de amor e de adoção do Pai. Referente a isso afirma expressamente o Senhor: Nesse dia vocês pedirão em meu nome e não será necessário que eu os recomende ao Pai, pois o próprio Pai ama vocês, porque vocês me amaram e acreditaram que eu saí de junto de Deus (Jo 16, 26-27). A afirmação de Cristo – O Pai vos ama e naquele dia – realizou-se definitivamente em Pentecostes, quando o Pai enviou o Espírito Santo, o seu Espírito, o Espírito do amor paterno, um tempo indicado como “a promessa do Pai”. Paulo o explica com estes termos: o amor do Pai foi derramado em nossos corações por meio do Espírito Santo que nos foi dado (Rm 5,5). Isso significa que a primeira impressão, na mente e no coração, neste grande dia de Pentecostes, deveria ser o afeto do Pai por nós, um sentimento de amor paterno e ardente derramado sobre a humanidade, que se seguiu à realização, por parte do Filho, de todas as condições exigidas para a redenção e a salvação. Esta é a nossa porção de glória naquele grande dia; este é o tesouro de amor ao qual tiveram acesso os fiéis de todos os tempos, sem que jamais se esgotasse; este é o ardente amor do Pai que nos faz gritar incessantemente: Abbá, Pai!. De fato, o Espírito de Pentecostes é um Espírito de fogo que desce diretamente do Pai e dele comunica, através das chamas, a compaixão e o amoroso afeto mantidos ocultos da humanidade por milênios de anos. Gostaria que tomássemos consciência da eficácia e da magnificência deste amor, porque o seu mistério é extremamente profundo. Demonstrou-se doador de vida e é semelhante a um fogo capaz de transformar a nossa natureza, assim como o fogo transforma o pó em ouro. Com o mesmo amor com o qual Deus amou seu Filho unigênito, Deus escolheu, neste “dia divino”, amar-nos e derramar sobre nós abertamente o seu Espírito. Assim, transformou-nos de servos em filhos e nos elevou da terra ao céu, pelos méritos de seu Filho que desceu à nossa terra e se imolou por amor de nós. Postado por Cássio S Souza (Sacerdote) às 21:20:00

terça-feira, 24 de abril de 2012

ESTA SE APROXIMANDO O TRADICIONAL MÊS DE MARIA!!!

Mês de maio - Mês de Maria. Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG. Leia os outros artigos
“Neste mês de Maria, Tão lindo mês de flores, Queremos de Maria Celebrar os louvores” Assim cantavam as crianças, na sua pureza quase angelical, nas noites frias de maio, coroando a imagem da Virgem Maria, como a coroou seu Filho na unidade da Trindade Santíssima. Os tempos e os costumes mudaram e, com eles, também nós, a nossa cultura, a nossa sociedade e já não ouvimos, senão talvez no interior e nas pequenas comunidades, ressoar aquela melodia, aquelas vozes e a coreografia que lembravam a corte celeste com seus anjos louvando e reverenciando a Mãe de Deus. De uma sociedade quase estática em que vivíamos até a metade do século passado, passamos por crescimento populacional vertiginoso, um desenvolvimento científico e tecnológico que somos praticamente incapazes de acompanhar e, sobretudo, de analisar e colocar sob a égide do humano. A filosofia e a teologia se confundem no julgamento do que surge e que penetra profundamente em nossas vidas. Inquietos, questionadores e independentes buscamos, nesta evolução natural da nossa condição humana, embora cheia de acidentes, encontrar o rumo dos valores humanos e eternos. Para nós, cristãos, esta busca passa pelas mãos de Maria, como é certo que, no mistério da redenção, quando o Pai Celeste quis dela o assentimento, o “sim”, pelo qual se tornou Co-Redentora –“Eis a serva do Senhor. Faça-se em mim a tua vontade”, antecipando, em segundos,no tempo, o Filho que ao entrar no mundo disse: “eis que venho, ó Deus, para fazer a tua vontade.” Em toda a história da Igreja, Maria se faz presente. Presença delicada, silenciosa, como nas Bodas de Caná da Galiléia –“Meu Filho, eles não têm vinho” - como no segredo da encarnação do Verbo, como junto à cruz. Na Grécia, como em Roma, quando a Igreja, saída das perseguições pagãs, teve de enfrentar novo perigo, o das heresias na formulação da fé, no Concílio de Éfeso, São Cirilo de Alexandria, após a definição dogmática, pôde saúda-la e invocar: “Santa Maria, Mãe de Deus, rogai por nós!” Nas ruas de Roma, invadida pelos bárbaros, nas esquinas, onde ainda se podem ver as imagens de Nossa Senhora, o povo a invocava, a ”Salvação do Povo Romano”, rezando como ainda o fazemos: “Sob vossa proteção nos refugiamos, Santa Mãe de Deus, não desprezeis nossas súplicas em nossa necessidades, mas livrai-nos de todos os perigos, o Virgem gloriosa e bendita.” Na Idade Média, as catedrais góticas atestam a devoção a Maria e a gratidão do povo nas calamidades daquele tempo, enquanto Domingos de Gusmão empunhava o rosário contra a heresia dos albigenses e Simão Stoc colocava o escapulário do Carmo, presente de Nossa Senhora para aqueles que recorrem à sua proteção, inclusive para passarem do purgatório para o céu, como vemos representado em nossa Catedral Metropolitana de Juiz de Fora, na lateral do seu altar. Nos dias de hoje, em Lourdes e em Fátima, mensageira do Evangelho eterno, nos lembra que saímos de Deus e a ele devemos voltar pelo batismo e, por uma vida santa, aguardar o seu advento glorioso. O simbolismo de cavar a terra e dela surgir a água, em Lourdes, faz-nos meditar sobre a criação e as águas que nos renovam na graça, enquanto em Fátima, na aridez da paisagem e no milagre do sol, nos relembra o fim último com a glória do Cordeiro. Maria está presente em nosso tempo. Talvez não tanto mais na simplicidade dos anjinhos do mês de maio que evocamos, mas sobretudo na certeza de que nos dá da sua assistência neste vale de lágrimas, às vezes semeado de alguma alegria. A Ela invocamos, a seus santuários acorrem multidões nas suas necessidades e lá depositam os ex-votos de gratidão. Um devoto de Maria não se perde, ensina Santo Afonso e Bernardo de Claraval nos orienta para, em todas os momentos, de alegria e de angústia, de dificuldade e incerteza, olharmos a Estrela, chamar por Maria – Respice Stellam. Voca Mariam. Ela está diante de seu Filho a interceder por nós, para que sejamos dignos de herdar as suas promessas, de vermos a Deus face a face, no resplendor do seu Unigênito e no amor eterno do seu Espírito.

CAPELINHA BOM PASTOR(UM POUCO DE CATEQUESE)

EU SOU O BOM PASTOR “Eu sou o Bom Pastor. O Bom Pastor dá a vida por suas ovelhas”. Que palavras belas! Só nosso Bom Jesus é capaz de se exprimir assim, porque, de fato, é o BOM PASTOR. Quando estávamos perdidos, ele desceu do céu e veio para nos salvar. Trinta e três anos andou atrás da ovelha perdida, chamando-a procurando-a para levá-la ao aprisco. Deu a vida por suas ovelhas. Derramou todo o seu sangue para as livrar da escravidão, da morte eterna. Morreu por nós para que nós tivéssemos a vida da graça e mais tarde a vida eterna. “Vendo a multidão, ficou tomado de compaixão, porque estava enfraquecida e abatida como ovelhas sem pastor (Mt 9,6)” Que felicidade! Nós somos ovelhas de JESUS CRISTO. Pertencemos ao seu rebanho. Somos objeto de seu carinho e da sua solicitude pastoral! Sejamos gratos a Jesus por sermos suas ovelhas e devemos pedir a graça de nunca nos apartarmos dele. Em João 10, capítulo 11, Ele nos diz: “Eu sou o Bom Pastor. O Bom Pastor que expõe a sua vida pelas ovelhas.” Como Bom Pastor que alimenta suas ovelhas no melhor pasto, Jesus nos alimenta com sua Santa Doutrina. Que belas verdades nos revelam os seus Evangelhos. “As minhas ovelhas me conhecem e ouvem a minha voz”. Assim afirma o Bom Pastor. Ele nos fala da doutrina, na pregação, na boa leitura, nas orientações e normas da Santa Igreja e pela nossa consciência. Devemos escutar essa voz, estudar a Santa Doutrina. Diz o Bom Pastor: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz”. Não basta, porém ouvir: “Minhas ovelhas me ouvem e me seguem”. Ele diz isso para que sejamos seus seguidores, dos seus exemplos, dos caminhos que nos indica, do amor ao próximo, da humildade e caridade. Ele vai à frente! Aponta as virtudes que devemos praticar e nos diz: “Aprendei de mim, sou manso e humilde de coração” (Mt 11,29). A boa ovelha segue as pegadas do Bom Pastor. Orar e pedir perdão a Deus pelas vezes que nos afastamos de seu pastoreio é o que devemos fazer. O arrependimento e o perdão são importantíssimos para nos elevarmos a Deus. Jesus Bom Pastor dá sua vida por suas ovelhas. Não só morreu por nós, mas nos alimenta na Santa comunhão com sua própria carne e nos fortalece com seu próprio sangue. Este amor foge à compreensão humana! “A minha carne é verdadeiramente comida e meu sangue é verdadeiramente bebida” (Jo 6,56). Jesus Cristo, deu somente a Pedro as chaves do Reino e o instituiu pastor de todo rebanho. O Papa, Bispo de Roma e sucessor de São Pedro é o perpétuo e visível fundamento da unidade, quer dos Bispos, quer dos fiéis, onde nos incluímos. Devemos nos apresentar à mesa da comunhão após exame de consciência e arrependimento de nossas faltas. Quando necessário ou, ao menos uma vez cada ano, devemos pedir a absolvição sacerdotal, pelo Sacramento da Confissão. Assim, ficamos libertos do pecado e recobramos a saúde espiritual. Jesus deve ser recebido em nosso “coração”, com fé, amor, respeito e confiança para fortalecer nossa alma, nossa fé, alimentar nosso espírito e nos unir a Deus com os santos laços de amor. Vós sois o meu Pastor e nós, sejamos sempre as suas ovelhas dóceis, agradecidas e fiéis. JMJ

TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!

"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...