terça-feira, 5 de julho de 2016

Aridez Espiritual

A única saída é fechar os olhos e dar as mãos a Jesus para ser guiado por Ele
Muitas vezes, podemos passar por algum período de aridez espiritual, isto é, não temos vontade de rezar, torna-se difícil assistir a Santa Missa, a reza do Terço fica pesada, etc. Até mesmo a sagrada Comunhão se torna um sacrifício diante das dúvidas que podem atingir a nossa alma. Parece que o céu sumiu. 
Como vencer esse estado de espírito no qual parece que Deus está longe e que nos falta a fé? 
Primeiro é preciso verificar se esta situação não é tibieza, isto é, causada por nossa culpa em não perseverar no cuidado da vida espiritual, e, sobretudo, verificar se não há pecados graves em nossa alma, que possam estar afugentando dela a graça de Deus. 
Se não houver pecados na alma, então, é preciso antes de tudo, calma, paciência e perseverança nos exercícios espirituais: oração, vida sacramental, caridade, penitência, etc. Mesmo sem vontade ou sem gosto, continuar, sem jamais parar, os exercícios espirituais. 
Deus, às vezes, permite essas provações para que aprendamos a “buscar mais o Deus das consolações do que as consolações de Deus”, como disse um santo. São João da Cruz, místico que tanto experimentou o que chamou de “noite escura da fé”, afirmou que “o progresso da pessoa é maior quando ela caminha às escuras e sem saber.” 
Muitas vezes, nos deleitamos nas orações gostosas, cheias de fervor sensível, como crianças quando comem doces. Mas quando vem a luta, deixamos a oração.
  
Em oraçãoVeja o que nos diz a Palavra de Deus: 
“Filho meu, não desprezes a correção do Senhor. Não desanimes, quando repreendido por ele; pois o Senhor corrige a quem ama e castiga todo aquele que reconhece por seu filho (Pr 3,11s). Estais sendo provados para a vossa correção: é Deus que vos trata como filhos. Ora, qual é o filho a quem seu pai não corrige?… Mas se permanecêsseis sem a correção que é comum a todos, seríeis bastardos e não filhos legítimos… Aliás, temos na terra nossos pais que nos corrigem e, no entanto, os olhamos com respeito. Com quanto mais razão nos havemos de submeter ao Pai de nossas almas, o qual nos dará a vida? Os primeiros nos educaram para pouco tempo, segundo a sua própria conveniência, ao passo que este o faz para nosso bem, para nos comunicar sua santidade” (Hb 12,5-10). 
Deus nos quer santos, e é também algumas vezes pela provação e pela aridez espiritual que Ele arranca as ervas daninhas do jardim de nossas almas. Coragem, alma querida de Deus! Jesus disse que Ele é a videira verdadeira, e Seu Pai o bom agricultor, que podará todo ramo bom que der fruto, para que produza mais fruto (cf. Jo 15,1-2). 
Não podemos querer apenas o açúcar do pão e renegar o pão do sacrifício. Às vezes a meditação é difícil, a oração é penosa, distraída, surgem as noites e as trevas… Nessas horas é preciso silêncio, abandono, paciência. O Esposo há de voltar logo… Em breve vai raiar a aurora e os fantasmas vão sumir. 
Quanto mais a noite fica escura, mais perto nos aproximamos da aurora. Deus sabe o que estamos passando, louvado seja o Seu santo Nome! É hora de abandono em Suas mãos paternas. 
Em meio às trevas alguns sentem o coração como se fosse de gelo, não sentem mais amor a Jesus, perdem a piedade, se sentem condenados. Que desoladora confusão espiritual! 
Nestas horas a única saída é fechar os olhos e dar as mãos a Jesus para ser guiado por Ele na fé; confiança e abandono, irmão! Só o Senhor sabe o caminho para sairmos deste matagal fechado e escuro. 
Deus nos prepara para a contemplação pelas provas passivas, ensinam os santos. Ele as produz e a alma apenas tem que aceitar. É o duro caminho dos que querem a perfeição. Ele está purificando a alma; o Cirurgião Celeste está nos operando a alma.
Iceland_10_by_lonelywolf2 
São João da Cruz fala da famosa “noite dos sentidos” cheia de aridez e de provação, um verdadeiro martírio para a alma. Segundo o santo doutor, é Jesus que chama a alma a caminhar com Ele no deserto, mesmo queimando os pés e sendo queimado pelo sol, para se santificar. 
Calma, alma querida de Deus, Ele faz isso porque o ama muito! O fogo bom não é aquele “fogo de palha”, alto e bonito, mas rápido, que logo se apaga; mas é o fogo baixo que pega na lenha grossa e permanece por muito tempo. O fogo de palha é só para começar… 
É isso que está acontecendo; não se assuste; não se preocupe porque o gosto de rezar sumiu e se tornou um agora um sacrifício penoso… Fé não é sentimento e muito menos sentimentalismo; fé é adesão, com a mente, a Deus, às Suas verdades e às Suas determinações. Não se preocupe de estar ou não “sentindo” fé ou devoção; apenas viva-a; vá à Missa, ao grupo de oração, ao Terço, com ou sem vontade, com ou sem gosto, com ou sem sentimento. Assim, temos mais méritos ainda diante de Deus. 
Nesta situação talvez você precise de um diretor espiritual, especialmente na Confissão, para uma boa orientação.
Prof. Felipe Aquino

quarta-feira, 1 de junho de 2016

MÃE PURÍSSIMA! Por Padre Joãozinho SCJ

A Ladainha de Nossa Senhora é mais do que uma prece, é uma lista de valores humanos fundamentais. Neste mês somos convidados a contemplar a pureza de Maria. Muita caricatura já se fez em torno a essa qualidade. A mãe de Deus não tem nada a ver com aquela imagem angelical de uma santinha ingênua, quase boba, que não conhece nada da vida, inexperiente, refugiada em uma experiência espiritual alienante. Com as mãos postas e os olhos fechados. É esta a imagem que muita gente tem do santo. É verdade que algumas pinturas provenientes do romantismo barroco não ajudam muito a entender o sentido da verdadeira pureza e da autêntica santidade. Milhões de anjos subindo e descendo em todas a direções… nuvens e fumaça… estrelinhas e auréolas.. tudo coloca o santo mais perto do céu que da terra. Na verdade o santo é alguém que tem os pés no chão e o coração no céu. Tem os olhos fixos em Deus e as mãos prontas para ajudar os irmãos. Esta é a imagem de Maria que a Bíliba nos deixou. Uma mulher que depois do êxtase experimentado na conversa com o anjo Gabriel, tem coragem de caminhar 120 quilômetros para ajudar a sua prima Isabel, que também estava grávida. E ficou ali seis meses. Depois voltou para casa a pé, grávida de seis meses. Isto sim é santidade.Vivemos em um mundo que quase já não pode entender a mensagem da pureza. Mas acredito também que nossa juventude perfurada por tantos piersings e tatuada com tantos demônios e dragões, já começa a ter saudade da autenticidade original. O pecado pesa, cansa, cheira mal. A malícia faz a gente ficar feio, por mais formoso que seja o rosto. O que produz em nossa juventude esse mau humor? Parece que a estrutura de pecado presente em nossa pornográfica cultura começa a cansar. A fuga na droga, no mundo virtual, na vida sexual sem critérios e limites, rouba o jovem de si mesmo e o condena à náusea e à solidão. No fundo do coração permanece sempre aceso um pequeno fogo que o faz, mais cedo ou mais tarde, sentir saudades de Deus.É neste momento que o rosto de Maria, nossa mãe puríssima, se torna um oásis de esperança. Chega um  dia em que todos precisamos de um ombro para chorar. E o primeiro lugar que procuramos é o colo da mãe. Não importa o título: imaculada, virgem, casta, santa… é mãe e pronto! Ela não acolhe por interesse. É pura. A pureza deixa a pessoa linda. A imagem que me vem é da idosa e lindamente enrrugada Madre Teresa de Calcutá. Nosso tempo viu mulher mais bela? Alguém lembra a miss mundo do ano passado? Alguém pode esquecer dos olhos negros de Teresa? Sua beleza foi fruto de uma existência transfigurada em Deus e a serviço dos que já não tinham esperança. Sobre isso o papa Bento XVI diz de maneira muito bela em sua encíclica Deus caritas est: “Eu vejo com os olhos de Cristo e posso dar ao outro muito mais do que as coisas externamente necessárias: posso dar-lhe o olhar de amor de que ele precisa” (nº 18). O dom do olhar… isso apenas as pessoas puras podem dar. Quem usa seus olhos para explorar o corpo do outro com malícia perde este dom. Os olhos são os espelhos da alma. Mas quem se exercita em contemplar os olhos de Deus, por exemplo na Eucaristia, recebe a luz e passa a ter um rosto que brilha. Nosso mundo precisa de pessoas com este olhar. O marketing dos nossos tempos quer vender de tudo maculando nossos olhos. Prostituem a imagem do corpo para vender de tudo. Vivemos em um imenso bordel. É o mercado da malícia. Não admira que também hoje as prostitutas tenham um olhar mais puro do que aqueles que as prostituem. Elas nos precederão no Reino, advertiu Jesus. A pureza é uma virtude atual. Precisamos políticos puros, sem corrupção. Precisamos padres e religiosos puros, repletos de unção, sem malícia nem indiferença. É urgente pais e mães puros, que não querem apenas usar um ao outro para mendigar uma fútil sensação de felicidade. Pais capazes de dar a seus filhos o maravilhoso dom de um olhar puro. Isto um filho jamais esquece. Jovens capazes de um namoro puro, que respeita o templo de Deus que é o corpo do outro… e sabe esperar, sim, sabe esperar. AVE:Amor Verdadeiro Espera! Ave Maria, mãe puríssima, rogai por nós1

Fonte: http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2007/09/20/5-mae-purissima/

domingo, 10 de janeiro de 2016

A graça do nosso batismo. Por Matheus Henrique

Solenidade do Batismo do Senhor.
"Os diferentes efeitos do Baptismo são significados pelos elementos sensíveis do rito sacramental. A imersão na água evoca os simbolismos da morte e da purificação, mas também da regeneração e da renovação. Os dois efeitos principais são, pois, a purificação dos pecados e o novo nascimento no Espírito Santo (60)." CIC 1262
Jesus com o seu batismo nos dá a graça de termos a oportunidade de sermos realmente filhos de Deus. É no batismo que Deus reconhece essa filiação. Depois de purificados dos nossos pecados, e quando criança, do pecado original, somos inseridos na grande família de Deus que é a Igreja.
E, a partir de então, recebemos de Deus a missão de levar adiante aquela graça que recebemos no dia do batismo.
E hoje, olhando a nossa vida, estamos realmente assumindo o nosso batismo? Realmente faço valer a graça que Deus derramou em mim? Faço valer a unção que Deus fez em mim?
Hoje é um dia para refletirmos que exemplo estou dando como batizado. E recordando a cena do Batismo do Senhor, quando depois de batizado, e depois que o Espírito Santo paira sobre Jesus, o Cristo é levado ao deserto. A solidão em Deus e a tentação do inimigo presente. Mas depois que vence as tentações, parte para pregar a Boa Nova do reino de Deus para todos. Assim também acontece conosco. Somos muita das vezes levados para o deserto afim de sermos tentados, mas quando passamos o deserto em Deus, vencemos as tentações e somos pois chamados a fazer aquilo que fez Jesus, pregar a Boa Nova do Senhor aos quatro cantos do mundo, sem ter medo de ser feliz!

Deus nos ajude a assumirmos cada vez mais o nosso batismo, e a corresponder fielmente ao seu chamado.

Paz e bênção!

terça-feira, 10 de novembro de 2015

Gestos na Santa Missa




Ritos Iniciais

Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.

Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)

Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.

Ficar de pé para a procissão de entrada.

Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)

Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.

Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.

Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós...”

Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.

Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção.

Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai...”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)

Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito...”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo...”)

Liturgia da Palavra 

Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.

Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.

Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.

Sentar-se para a homilia.

Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“e se encarnou pelo Espírito Santo... e se fez homem”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.

Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.”

Liturgia Eucarística

Sentar-se durante o ofertório.

Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs...” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício...”

Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.

Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo...”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.

No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).

Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.

Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.

Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)

Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.

Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”).

Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus... (“Senhor, eu não sou digno...”).

Recepção da Comunhão 

Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.

Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.

Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.

Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).

Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.

Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.

Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.

Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.

Ritos Finais
Ficar de pé para os ritos finais.

Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.

Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)

Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.

Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.

Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.

Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura

quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Festa de São João Batista tem mudanças...

Depois de alguns anos celebrando 10 dias de festa em honra a São João Batista, o movimento Filhos de Maria Puríssima decidi encurtar os festejos para mEstes, por caridade, sabendo que tenho por missão a defesa do Evangelho. (Filipenses 1,16)lhor celebrar.
A tradicional festa em honra a São João Batista é marcada pela grande participação das crianças.  A cada ano cresce com a graça de Deus.  Essa festa que é celebrada desde 2010, tem por objetivo reavivar a nossa fé no Cristo, procurando seguir o exemplo de São João Batista.  No início fazíamos com o oratórios de São João.  Esse ano o triduo será marcado pela missão.  Será um triduo missionário, visitando as periferias do Conjunto Bugio, na cidade de Aracaju.
O tema proposto para este ano é: " João Batista impulsionado pela caridade de Cristo, proclamou a verdade do Evangelho por toda a Galiléia!" E por lema: " A caridade de Cristo nos impulsiona!
A festa será encerrada no dia 30/08, na sede do Movimento Filhos de Maria Puríssima, na Rua A1, n° 578, Conjunto Bugio.
Sinta-se convidado!
VIVA JOÃO BATISTA!

domingo, 26 de abril de 2015

Festa de Nossa Senhora do Bom Conselho 2015



Na manhã deste domingo, os filhos de Maria Puríssima se reuniram para celebrar a memória da Virgem Maria, Senhora do Bom Conselho.  Essa devoção nossa para com a Virgem do Bom Conselho começou no ano de 2010, com direito a novena e tudo. Este ano, tivemos na tarde de ontem uma adoração de preparação para o dia de hoje, e hoje tivemos o Cenáculo, onde louvamos e agradecemos a Deus e a Virgem do Bom Conselho.

Aqui vai um pouco da história da Virgem do Bom Conselho:

Nossa Senhora do Bom Conselho de Genazzano

Festa 26 de abril


Uma das mais belas páginas da iconografia mariana é, sem dúvida alguma, a atraente história da Mãe do Bom Conselho, venerada na cidade de Genazzano - Itália.


Numa tarde de abril de 1467, essa imagem se deu a conhecer ao mundo, envolta em admirável mistério. Ela veio do alto, do interior de uma nuvem fulgurante, embalada por acordes celestiais.

De modo milagroso, o lindo afresco da Virgem, fino como uma casca de ovo e parecendo ter sido pintado a poucos dias, desprendeu-se de seu lugar de origem, em Scútari, na Albânia.


Em seguida, flutuando pelos ares, atravessou grandes distâncias, até repousar junto a uma igreja em ruínas, na pitoresca cidade de Genazzano, perto de Roma.


Aqui damos uma especial importância à necessidade imprescindível da devoção à Mãe do Bom Conselho em nossas vidas, pois, estejamos certos de que, a todos os nossos pedidos, Maria - a Mãe do Bom Conselho - de alguma forma nos atenderá.


Com efeito, a todo o momento somos solicitados a tomar decisões de que dependem nosso futuro, nossas realizações temporais e, sobretudo, nossa santificação e salvação eterna.


Nesses instantes, quando não raras vezes nos assaltam dúvidas e inseguranças, é que a voz suave e materna de Maria Santíssima nos fala na alma, dando o bom conselho que nos ilumina e orienta no acertado caminho.


Sim, é a Mãe do Bom Conselho toda feita de ternura e solicitude que nos guia, em meio às incertezas terrenas, ao porto seguro do Céu. Lá haveremos todos de chegar, conduzidos pela sua incansável misericórdia, amparo e bondade infalíveis.


Oração a Nossa Senhora do Bom Conselho


Gloriosíssima Virgem, escolhida pelo Conselho Eterno para ser Mãe do Verbo Encarnado, tesoureira das divinas graças e advogada dos pecadores, eu, o mais indigno dos vossos servos, a Vós recorro, para que Vos digneis de ser o meu guia e conselho neste vale de lágrimas. Alcançai-me, pelo preciosíssimo Sangue de vosso Divino Filho, o perdão de meus pecados, a salvação da minha alma e os meios necessários para operá-la. Alcançai para a Santa Igreja o triunfo sobre os seus inimigos e a propagação do Reino de Jesus Cristo por toda a Terra. Assim seja.

segunda-feira, 6 de abril de 2015

Mensagem de Páscoa/ Por Matheus Henrique



No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus bem de madrugada, quando ainda estava escuro. Ela viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. Então saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo que Jesus amava.

E disse para eles: "Tiraram do túmulo o Senhor, e não sabemos onde o colocaram."Então Pedro e o outro discípulo saíram e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos. Mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao túmulo. Inclinando-se, viu os panos de linho no chão, mas não entrou.

Pedro, que vinha correndo atrás, chegou também e entrou no túmulo. Viu os panos de linho estendidos no chão e o sudário que tinha sido usado para cobrir a cabeça de Jesus. Mas o sudário não estava com os panos de linho no chão; estava enrolado num lugar à parte.

Assim, o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo, entrou também. Ele viu e acreditou. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura que diz: "Ele deve ressuscitar dos mortos." Os discípulos, então, voltaram para casa. (Jo 20, 1-9)

Meus queridos amigos, irmãos na fé e na caminhada da vida.
Venho vos trazer uma mensagem sobre estas celebrações que acabamos de vivenciar, aliás, que estamos vivenciando, que são as celebrações pascais.

Como vimos no texto acima citado, Jesus não está morto, Ele ressuscitou como predisseram as Escrituras, porém os discípulos ainda não haviam compreendido bem esse fato.
Acreditar a primeira vista, como João acreditou, é um prova de que ele confiava cegamente em Jesus.
Nós muitas das vezes, não temos tal confiança, nem nos interessamos em adquiri-la.
Somos de Igreja, fazemos parte da comunidade de Cristo, mas não confiamos plenamente em Jesus.
Olhar os acontecimentos da Semana Santa, principalmente a passagem da morte para a vida, e a reação dos Apóstolos ao saber da notícia que Cristo ressuscitou, nos faz meditar sobre como nós reagiriamos perante tal notícia, qual seria a nossa reação?
Sim, ficariamos surpresos, mas, acontece que Cristo já havia dado sinais de sua ressurreição. Como diz um sacerdote amigo, precisamos prestar mais atenção nos sinais de Deus em nossa vida.
A Páscoa é a passagem da escravidão do pecado para a liberdade divina, da morte para a vida eterna, vida esta que é o próprio Cristo glorioso.
Precisamos acreditar mais no poder de Deus em nossa vida, acreditar na sua ação divina em nossa história, acreditar que Cristo venceu e anunciar essa vitória para o mundo.
A Páscoa é a festa da vida, como Cristo reviveu, nós também somos chamados a reviver, a receber esta vida nova que o próprio Cristo nos dá.
Pois bem meus caros, desejo a todos vocês essa vida nova que é o Cristo Ressuscitado na vida de cada um de vocês, desejo que vocês abram os olhos, vejam o sinais de Deus e acreditem no seu poder que agi na vida da cada um de nós.
Que a Virgem Santíssima, mãe do ressuscitado, nos conceda a graça de um dia com ela, contemplar-mos Cristo Jesus, luz do mundo.

A todos uma Feliz e santa Páscoa!

Matheus Henrique
Fundador do Movimento Católico Filhos de Maria Puríssima

TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!

"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...