segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Papa Bento XVI presente no primeiro consistório do Papa Francisco

 


A maior surpresa da cerimónia de hoje(22/02) de manhã na Basílica de São Pedro foi a presença do Papa Bento XVI.

Neste dia da Cátedra de São Pedro, a Igreja ganhou 19 novos Cardeais (16 deles eleitores), vindos de várias partes do mundo. O novo Secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, foi escolhido para dirigir algumas palavras no início da cerimónia, com as quais agradeceu ao Papa Francisco a confiança depositada nestes novos cardeais e reflectiu sobre as obrigações que advêm com a honra recebida.

No entanto, no início do seu discurso, agradeceu a presença do Papa Bento XVI, que de seguida foi aplaudido por toda a Basílica Vaticana. Quando renunciou ao papado, há cerca de 1 ano, Bento XVI deu a entender que desapareceria da cena pública, vivendo em clausura no Mosteiro Mater Ecclesiae, dentro dos muros do Vaticano.

Mas com o passar do tempo, e a notável melhora das suas capacidades físicas, o Papa Bento XVI tem sido visto cada vez mais vezes e hoje, para surpresa de muitos, esteve presente no primeiro consistório do Papa Francisco.

São momentos históricos estes que presenciamos, e seriam impensáveis ainda há poucos anos atrás. Veremos o que mais nos reserva esta situação invulgar de termos um Papa "activo" e outro "passivo".

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quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Amor e castidade!

 

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“Tanto o amor virginal como o amor conjugal que são, como diremos mais adiante, as duas formas pelas quais se realiza a vocação da pessoa ao amor, requerem para o seu desenvolvimento o empenho em viver a castidade, para cada um conforme ao próprio estado. A sexualidade — como diz o Catecismo da Igreja Católica — « torna-se pessoal e verdadeiramente humana quando integrada na relação de pessoa a pessoa, no dom mútuo, por inteiro e temporalmente ilimitado, do homem e da mulher ». É óbvio que o crescimento no amor, enquanto implica o dom sincero de si, é ajudado pela disciplina dos sentimentos, das paixões e dos afectos que nos faz chegar ao autodomínio. Ninguém pode dar aquilo que não possui: se a pessoa não é senhora de si — por meio da virtude e, concretamente, da castidade — falta-lhe aquele autodomínio que a torna capaz de se dar. A castidade é a energia espiritual que liberta o amor do egoísmo e da agressividade. Na medida em que, no ser humano, a castidade enfraquece, nessa mesma medida o seu amor se torna progressivamente egoísta, isto é, a satisfação de um desejo de prazer e já não dom de si.”
Fonte: “Sexualidade Humana: verdades e significados.”

Catequese sobre o Sacramento da Reconciliação


Index
PAPA FRANCISCO
AUDIÊNCIA GERAL
Praça de São Pedro
Quarta-feira, 19 de Fevereiro de 2014




Amados irmãos e irmãs, bom dia!
Através dos Sacramentos da iniciação cristã, do Baptismo, da Confirmação e da Eucaristia, o homem recebe a vida nova em Cristo. Pois bem, todos nós sabemos que trazemos esta vida «em vasos de barro» (2 Cor 4, 7), ainda estamos submetidos à tentação, ao sofrimento, à morte e, por causa do pecado, até podemos perder a nova vida. Por isso, o Senhor Jesus quis que a Igreja continuasse a sua obra de salvação também a favor dos próprios membros, em particular com os Sacramentos da Reconciliação e da Unção dos enfermos, que podem ser unidos sob o nome de «Sacramentos de cura». O Sacramento da Reconciliação é um Sacramento de cura. Quando me confesso é para me curar, para curar a minha alma, o meu coração e algo de mal que cometi. O ícone bíblico que melhor os exprime, no seu vínculo profundo, é o episódio do perdão e da cura do paralítico, onde o Senhor Jesus se revela médico das almas e, ao mesmo tempo, dos corpos (cf. Mc 2, 1-12; Mt 9, 1-8; Lc 5, 17-26).
O Sacramento da Penitência e da Reconciliação brota directamente do mistério pascal. Com efeito, na noite de Páscoa o Senhor apareceu aos discípulos, fechados no cenáculo e, depois de lhes dirigir a saudação: «A paz esteja convosco!», soprou sobre eles e disse: «Recebei o Espírito Santo! A quantos perdoardes os pecados, ser-lhes-ão perdoados» (Jo 20, 21-23). Este trecho revela a dinâmica mais profunda contida neste Sacramento. Antes de tudo, a constatação de que o perdão dos nossos pecados não é algo que podemos dar-nos a nós mesmos. Não posso dizer: perdoo os meus pecados. O perdão é pedido a outra pessoa, e na Confissão pedimos o perdão a Jesus. O perdão não é fruto dos nossos esforços, mas uma dádiva, um dom do Espírito Santo, que nos enche do lavacro de misericórdia e de graça que brota incessantemente do Coração aberto de Cristo Crucificado e Ressuscitado. Em segundo lugar, recorda-nos que só se nos deixarmos reconciliar no Senhor Jesus com o Pai e com os irmãos, conseguiremos verdadeiramente alcançar a paz. E todos nós sentimos isto no coração, quando nos confessamos com um peso na alma, com um pouco de tristeza; e quando recebemos o perdão de Jesus, alcançamos a paz, aquela paz da alma tão boa que somente Jesus nos pode dar, só Ele!
Ao longo do tempo, a celebração deste Sacramento passou de uma forma pública — porque no início era feita publicamente — para a pessoal, para a forma reservada da Confissão. Contudo, isto não deve fazer-nos perder a matriz eclesial, que constitui o contexto vital. Com efeito, a comunidade cristã é o lugar onde o Espírito se torna presente, que renova os corações no amor de Deus, fazendo de todos os irmãos um só em Cristo Jesus. Eis, então, por que motivo não é suficiente pedir perdão ao Senhor na nossa mente e no nosso coração, mas é necessário confessar humilde e confiadamente os nossos pecados ao ministro da Igreja. Na celebração deste Sacramento, o sacerdote não representa apenas Deus, mas toda a comunidade, que se reconhece na fragilidade de cada um dos seus membros, que ouve comovida o seu arrependimento, que se reconcilia com eles, os anima e acompanha ao longo do caminho de conversão e de amadurecimento humano e cristão. Podemos dizer: eu só me confesso com Deus. Sim, podes dizer a Deus «perdoa-me», e confessar os teus pecados, mas os nossos pecados são cometidos também contra os irmãos, contra a Igreja. Por isso, é necessário pedir perdão à Igreja, aos irmãos, na pessoa do sacerdote. «Mas padre, eu tenho vergonha...». Até a vergonha é boa, é saudável sentir um pouco de vergonha, porque envergonhar-se é bom. Quando uma pessoa não se envergonha, no meu país dizemos que é um «sem-vergonha»: um «sin verguenza». Mas até a vergonha faz bem, porque nos torna mais humildes, e o sacerdote recebe com amor e com ternura esta confissão e, em nome de Deus, perdoa. Até do ponto de vista humano, para desabafar, é bom falar com o irmão e dizer ao sacerdote estas coisas, que pesam muito no nosso coração. E assim sentimos que desabafamos diante de Deus, com a Igreja e com o irmão. Não tenhais medo da Confissão! Quando estamos em fila para nos confessarmos, sentimos tudo isto, também a vergonha, mas depois quando termina a Confissão sentimo-nos livres, grandes, bons, perdoados, puros e felizes. Esta é a beleza da Confissão! Gostaria de vos perguntar — mas não o digais em voz alta; cada um responda no seu coração: quando foi a última vez que te confessaste? Cada um pense nisto... Há dois dias, duas semanas, dois anos, vinte anos, quarenta anos? Cada um faça as contas, mas cada um diga: quando foi a última vez que me confessei? E se já passou muito tempo, não perca nem sequer um dia; vai, que o sacerdote será bom contigo. É Jesus que está ali presente, e é mais bondoso que os sacerdotes, Jesus receber-te-á com muito amor. Sê corajoso e vai confessar-te!
Caros amigos, celebrar o Sacramento da Reconciliação significa ser envolvido por um abraço caloroso: é o abraço da misericórdia infinita do Pai. Recordemos aquela bonita parábola do filho que foi embora de casa com o dinheiro da herança; esbanjou tudo e depois, quando já não tinha nada, decidiu voltar para casa, não como filho, mas como servo. Ele sentia muita culpa e muita vergonha no seu coração! Surpreendentemente, quando ele começou a falar, a pedir perdão, o pai não o deixou falar mas abraçou-o, beijou-o e fez uma festa. E eu digo-vos: cada vez que nos confessamos, Deus abraça-nos, Deus faz festa! Vamos em frente por este caminho. Deus vos abençoe!

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Poderoso Deus (Tony Alysson)

Sopra Espírito de "Deus",sobre o clamor da Igreja.
Libera tua unção de milagre, sobre nós.
Queremos ver, sinais da manifestação do teu poder
Pois quem crer verá, a glória do Senhor acontecer.

Poderoso Deus e Rei,
libera a tua unção de cura nesse lugar.
Poderoso Deus e Rei,
libera a tua unção de cura nesse lugar

Sopra Espírito de Deus, sobre o clamor da Igreja
Libera tua unção de milagre, sobre nós.
Queremos ver sinais, da manifestação do teu poder.
Pois quem crer verá, a glória do Senhor acontecer.

Poderoso Deus e Rei,
Libera a tua unção de cura nesse lugar
Poderoso Deus e Rei,
Libera a tua unção de cura nesse lugar.

Incendeia Senhor a tua Igreja
Incendeia Senhor a tua Igreja
Poderoso Deus.

terça-feira, 18 de fevereiro de 2014

Por que devo ler a vida dos Santos?

Os Santos são os verdadeiros discípulos de Nosso Senhor Jesus Cristo. As vidas desses homens e mulheres são a doutrina e os ensinamentos da Santa Igreja postos em prática e por isso as vidas dos santos são os modelos que temos para conhecer e imitar, para nossa salvação.
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Porém, os que hoje são santos eram, outrora, pessoas como nós, que tiveram problemas e dificuldades para vencerem. Os Santos muitas vezes tiveram tentações, alguns caíram no pecado e, inclusive, alguns deles foram grandes pecadores, como Santo Agostinho.
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E como essas pessoas alcançaram a santidade? Como venceram a ira, a indolência, a inveja, os maus desejos e todas as demais tentações? Em suma – sejam jovens ou velhos, religiosos ou seculares, pais ou mães de família, meninos ou meninas –, que medidas empregaram para se protegerem do mal, se fortalecerem, se santificarem, progredir, vencer e triunfar?
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Ao ler a vida dos Santos, encontramos as respostas para todas essas indagações. Melhor ainda, a leitura de suas vidas, junto com a leitura do Catecismo e do Santo Evangelho (submetido, sempre, à interpretação da Santa Igreja) nos fortalecerá, iluminará, instruirá e nos ajudará a sermos verdadeiros católicos, dando paz à nossa alma, apesar dos inúmeros tormentos e dificuldades da vida.
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Importância da leitura da vida dos santos na vida familiar
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Os católicos dos séculos passados, que conheciam o valor e a importância da leitura da vida dos santos, faziam às vezes enormes sacrifícios para estudar a vida dos Mártires e dos Santos, e, assim, constituíam um sólido patrimônio intelectual católico para seus filhos.
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Não devemos esquecer jamais que os Santos são os heróis defensores do cristianismo; os melhores filhos da Igreja, na prática das virtudes, e os vencedores do mundo, da carne e do demônio. A eles é a quem devemos conhecer, imitar e seguir, e não aos protagonistas corruptos da televisão e do cinema, ou aos músicos profanos e ateus, ou a qualquer outro tipo de ídolo.
As famílias católicas se reuniam após o jantar, rezavam juntos e liam a cada dia algumas páginas das vidas dos Santos e do Catecismo. Esta leitura cotidiana alimentava as inteligências, fortificava a vontade, inflamava seu selo, os colocava em guarda contra as fraudes e mentiras do demônio e de seus servos, unia os membros da mesma família, formava jovens virtuosos, obedientes, fortes contra o mal e ufanos de serem católicos, filhos de Deus e herdeiros do Céu, a tal ponto que diziam: “antes morrer que pecar” (São Domingos Sávio).
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Frutos da boa leitura
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Esta leitura produziu Santos e fez famílias felizes. Bem-aventurados os pais que dão a seus filhos o hábito de ler a vida dos campeões da Fé: terão filhos e netos santos! Assim, Santa Teresa de Jesus, quando era criança, ao ler a vida dos Santos com seu irmão, se entusiasmou pela felicidade do Céu e finalmente chegou a ele gloriosamente [1].
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Bem-aventurados os pais que defendem seus filhos e netos, fechando as portas de suas casas aos malvados e corruptos, aos vícios, às impurezas e às mentiras! Bem-aventurados os pais que elegem bons companheiros e modelos de vida para seus filhos, pois as crianças tendem a imitar tudo em todos! .
“Diga-me com quem andas, e te direi quem és”. Se vós pais, começarem a ler para seus filhos, ainda pequenos, a vida dos Santos, sentir-se-ão, vós e eles, movidos por estes heróis e, consciente ou inconscientemente, tratarão de imitar suas virtudes de fortaleza, trabalho, obediência e respeito a si e aos demais.
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Muitos pecadores se converteram e se tornaram, por sua vez, Santos, ao imitarem os bons exemplos dos Santos cuja vida liam; e outros homens estão, por desgraça, no inferno por haverem lido ou visto coisas pecaminosas.
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Certamente alguns de nós conhecemos o caso do soldado espanhol Íñigo López. Ferido, preso ao seu leito de sofrimento, Íñigo (o Santo Inácio de Loyola) leu a vida de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos Santos. Esta frequente leitura o converteu e o fez descobrir a verdadeira sabedoria, fazendo dele, mediante os Exercícios Espirituais e a Companhia de Jesus, o maior defensor da Fé Católica ante a nascente heresia protestante.
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A boa leitura é uma escola de santificação
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Quer vencer o pecado, saber como santificar o sofrimento, viver cristãmente, salvar a alma, ser católico militante que ajuda seus irmãos e vencer e alcançar a salvação? Leia e faça que os outros leiam a vida dos santos e dos Mártires.
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Leia a Imitação de Cristo, de Tomás de Kempis, a Introdução à Vida Devota (Filotéia), de São Francisco de Sales, a Vida de São João Bosco, a de São Domingos Sávio, São Pio X, Santa Mônica, As Glórias de Maria, de Santo Afonso Maria de Ligório, etc. (veja indicação no final).
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O mal e as seitas aumentam hoje em dia porque há católicos ignorantes, que são seus principais alvos; “cadáveres” ambulantes, que permitem o envenenamento de si mesmos e de suas famílias, ao invés de se formarem – a si e aos seus – lendo bons livros.
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Os Santos nos falam da leitura
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Veja o que fizeram os Santos: Santo Afonso respondeu a umas religiosas que lhe pediam auxílio, enviando numerosos livros que lhes ajudariam a santificar-se melhor [2]. O mesmo Santo Afonso escreveu: “Não tenho condição, porém se pudesse, imprimiria tantos exemplares deste pequeno livro (O Grande Meio da Oração) quanto há de fiéis vivos no mundo, e distribui-los-ia a todos, para que compreendam a grande necessidade da oração para nos salvarmos” [3].
Há excelentes versões apropriadas para crianças.
Os Santos devem ser seus heróis, e não tantos personagens de ficção,
de duvidosos valores morais.
Os pais devem velar pelas boas leituras de seus filhos.
O Santo Cura d’Ars lia todos os dias a vida do santo de cada dia, e dizia: “Leiamos sobretudo a vida de algum santo, donde veremos o que eles faziam para se santificar; isto nos alentará” [4].
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 Santo Antônio Maria Claret dizia: “Ao considerar o bem tão grande que trouxe à minha alma a leitura dos bons e piedosos livros, tal é a razão pela qual procuro dar tão profusamente livros do mesmo estilo, esperando que deem em meus próximos, os quais tanto amo, os mesmos felizes resultados que deram em minha alma” [5].
Clique na imagem para ir para o site O Livro Católico, que indica excelentes livros de santos e devoções com aprovações da Santa igreja
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O mesmo Santo acrescenta: “O bem que se pode receber da leitura de um bom livro não se pode calcular, e sendo esta a melhor esmola que se pode dar, certamente receberá de Deus um prêmio centuplicado na vida eterna” [6].
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Diante da inércia e da preguiça de alguns católicos, Santo Antonio Maria Claret se queixava: “Até quando serão mais prudentes e diligentes os filhos das trevas que os filhos da luz? (Lc XVI, 8). Se os ímpios o fazem para perverter, por que não fazemos nós igualmente para conservar e aumentar a piedade dos fiéis?” [7].
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Para manter o povo na fé católica e rejeitar o veneno dos hereges, Santo Antonio Maria Claret escreveu a um amigo seu:
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“Dou contínuas graças a Deus e a vós pelo zelo que veio a lhe animar para fazer circular os bons escritos, e que não sejam mais prudentes e solícitos os filhos das trevas em fazer circular seus pestíferos erros escritos que os filhos da luz em fazer correr os saudáveis escritos” (carta nº 19).
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O que fazer para combater as seitas? “Convém que saiam bons livros, muitos, e a baixo preço, e que se estendam por toda a Espanha [país de Santo Antonio Maria Claret]” (carta nº 23). Por que não dizer a mesma coisa para nossa nação?
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A boa leitura nos ajuda a sermos bons
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A leitura dos bons livros produz uma mudança de costumes, união na família, cumprimento dos deveres de estado, respeito e caridade para com o próximo; nos faz amar a virtude e rejeitar os vícios; nos impulsiona para o bom, o verdadeiro, o eterno, e para a santidade, que é a fonte da felicidade e de todos os bens.
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Portanto, quem quiser ser um verdadeiro católico, deve ler a vida dos Santos e meditar seus exemplos, já que são estrelas brilhantes e ardentes que iluminam nosso coração.
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Não há melhor leitura para chegar à virtude como a leitura da vida dos Santos. A leitura da vida dos Santos é um arsenal onde encontramos todas as armas para vencer os inimigos da salvação e domar nossas paixões; a vida dos Santos é uma “farmácia espiritual” na qual encontramos todos os remédios para curar todas as enfermidades da alma.
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Na vida dos Santos encontramos força, paciência, caridade, justiça, bons exemplos e verdadeira vida de família católica. Dessa forma, quem quiser salvar a si e à sua família deve ler e fazer com que leiam as vidas dos Santos, oferecendo-as a seus filhos, netos e amigos.
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Sigamo-los, pois, e ajudemos os demais a também segui-los. Sigamos nossos heróis; façamos o que eles faziam e, como eles, triunfaremos com a graça de Deus.
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Notas
 [1] The Autobiography of St. Teresa of Avila, ch. 1, n. 5
[2] The Way of Saint Alphonsus Liguori:Selected Writings on the Spiritual Life, Liguori Publications, 1999
[3] A Short Treatise On Prayer: The GreatMeans Of Obtaining From God Eternal Salvation And All The Graces Of Which WeStand In Need, Preface
[4] Sermons of The Cure of Ars, TAN Books and Publishers, 1995
[5] The autobiography of St. Anthony MaryClaret, TAN Books, 1989
[6] Ibidem
[7] Ibidem
Fonte: http://blog.christifidei.com/

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

Liturgia é coisa séria!

A Liturgia é um culto prestado a Deus porque Ele é Deus! O interesse é Deus, o centro é Deus!
Reforma da Igreja da Serra do Machado
Orai sem cessar I
Missa em ação de graças pelo ano transcorrido
"Miados inafáveis", pelo professor Carlos Ramalhete
SEGUNDA-FEIRA, 12 DE ABRIL DE 2010

Gestos e posições do povo na Missa
Por Lucas Cardoso da Silveira Santos
Fonte: www.adoremus.org
Tradução: Lucas Cardoso da Silveira Santos

Ritos Iniciais

Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.

Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)

Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.

Ficar de pé para a procissão de entrada.

Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)

Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.

Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.

Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós...”

Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.

Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção.

Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai...”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)

Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito...”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo...”)

Liturgia da Palavra

Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.

Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.

Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.

Sentar-se para a homilia.

Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“e se encarnou pelo Espírito Santo... e se fez homem”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.

Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.”

Liturgia Eucarística

Sentar-se durante o ofertório.

Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs...” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício...”

Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.

Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo...”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.

No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).

Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.

Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.

Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)

Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.

Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”).

Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus... (“Senhor, eu não sou digno...”).

Recepção da Comunhão

Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.

Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.

Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.

Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).

Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.

Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.

Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.

Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.

Ritos Finais

Ficar de pé para os ritos finais.

Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.

Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)

Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.

Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.

Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.

Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura."

sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Maria Valei-me!!!


Maria, valei-me!
Aos vossos devotos,
Vinde, socorrei-nos!
Vosso amor se empenha,
Ó Virgem da Penha,
Penha donde mana
A Fonte vital!

Salve, Mãe de Deus!
Rainha Suprema
Sobre os Anjos seus!
Sois Mãe de concórdia,
De misericórdia;
Sois vida, doçura,
Esperança sois!

Ó Mãe do Senhor,
Excelsa Maria!
Ó Trono de amor,
Salve! Ouvi os brados
Que nós, degredados,
Da triste Eva filhos
Vimos suspirar!

Gemendo de dor,
Chorando de mágoa,
Pedimos favor:
Neste vale triste,
Onde a pena existe,
De lágrimas cheio,
De miséria e ais.

Ouvi, eia pois,
Nossa Advogada!
Mostrai quanto sois
Olhos piedosos,
Misericordiosos!
A nós, desgraçados,
Terna Mãe, volvei!

Depois de acabar
O cruel desterro,
Dignai-vos mostrar
Jesus infinito,
Que é Fruto bendito
Desse feliz ventre,
Ó Mãe de Jesus!

Ó Clemente, ouvi!
Ó Pia, valei-nos!
Ó Doce, acudi!
Ó Virgem Maria,
Que a Deus, que nos cria,
Criastes nos peitos,
Por todos rogai!

Para que por vós
As promessas suas
Mereçamos nós.
Assim suplicamos,
Porque nos vejamos
Nessa Eterna Glória
Para sempre. Amém

Humildes oferecemos,
A vós Virgem Senhora,
E ao vosso Bento Filho!
Do céu e da terra,
Rainha da glória,
Louvores vos damos,
Aceitai Senhora!

TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!

"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...