quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

Novena Perpétua a Nossa Senhora Aparecida 2014


Foi retomada no dia de hoje a celebração da Novena Perpétua de Nossa Senhora Aparecida, nossa Padroeira.
A novena teve inicio as 11hs, e assim será todoa quarta-feira.
Matheus Pinto falou sobre Nossa Senhora de Lourdes, sobre aniversário de um ano de renuncia do Santo Padre Bento XVI.
A novena prosseguiu como de costume, com o magnificat e a ladainha da Mãe Aparecida.


Salve Maria!!!

Mesa Administrativa da C. C. F. M

Um após a renuncia do Papa Bento XVI!


Há um ano atrás, eu recebia a noticia da renuncia do nosso Santo Padre Bento XVI pelas bocas do dirigente Higor. Nós dois ficamos abalados pela noticia, Higor até pensou em desistir da sua caminhada, mas graças a Deus, ele aceitou como uma provação e se entregou nas mãos de Deus.
Muitos podem achar besteira, mas pra nós, não! Nós crescemos muito na fé graças as catequese, escritos, homilias do Santo Padre Bento XVI.
Ele era  e ainda é uma pai espiritual para nós, ainda continuamos a aprender com ele, pois o mesmo nos ensina que ser cristão é ser corajoso, ser tão corajoso que chega ao ponto de renunciar um cargo tão importante para a Igreja, na Igreja.
Não adianta dizerem por ai que papa x é melhor que o papa y, todos são bem vistos aos olhos de Deus. Todos nos ajuda no crescimento da fé e na caminhada para o reino de Deus.
Faço minhas as palavras de Higor Soares: "EIS POIS, QUE MEU CORAÇÃO RELUTA EM ESQUECER DE VEZ O SOFRIMENTO, QUE FOI-ME DESTINADO AO CONHECER NOSSO PASTOR EMÉRITO, TODAVIA,  ELE ESTÁ MAIS VIVO EM MIM COMO UMA CHAMA ABRASADORA A DIZER: GUARDE A FÉ. ESTA MENSAGEM LEVOU-ME A UM ABISMO DE SAUDADE, MAS SEI QUE ESTAMOS EM COMUNHÃO E UMA COMUNHÃO ETERNA EM CRISTO JESUS."

terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

História de Nossa Senhora de Lourdes

 

Nossa Senhora de Lourdes

Nossa Senhora em Lourdes e sua devoção começaram no dia 11 de fevereiro de 1858, na pequena vila de Lourdes, França. Nesse dia, três amigas foram buscar lenha na mata que ficava perto da vila: Bernadete Soubirus de 14 anos, sua irmã Marie Toinette de 11 anos e a amiga Jeane Abadie, de 12 anos.

História de Nossa Senhora em Lourdes

A caminho do rio Gave, passaram por uma gruta. Ali, Bernadete ouviu a voz de uma mulher chamando-a carinhosamente. A voz vinha de dentro da gruta. Curiosa e obediente, Bernadette entrou e viu a figura de uma jovem senhora vestida de branco, com uma faixa azul na cintura e um rosário de contas de pérolas em sua mão.
As duas começaram a rezar juntas, e pouco depois, Maria desapareceu. Por um período de cinco meses, Nossa Senhora de Lourdes apareceu para as três meninas, sempre marcando o dia e a hora que iria aparecer para elas.

Sofrimento de Bernadete e das crianças

A notícia se espalhou e muitas pessoas foram à gruta no desejo de ver Nossa Senhora de Lourdes, mas só as crianças viam, o que gerou muita desconfiança e dúvida na população. Muitas vezes Bernadete foi vitima de agressões e zombarias feitas pela população.
O próprio governo francês se envolveu na polêmica e interditou a gruta por um determinado tempo. Nessa ocasião. Bernadete, porém, fortalecida pela graça de Deus, se manteve firme e insistia que Nossa Senhora pediu para que se construísse uma capela no local das aparições.

Milagres de Nossa Senhora de Lourdes

Tanto a população quanto a Igreja desconfiaram de Bernadete e das crianças que viam Nossa Senhora de Lourdes. E esta resistência começou a ficar muito séria. Por isso, Nossa Senhora, numa de suas últimas aparições, disse a Bernadete que fosse à gruta em determinado dia e hora e começasse a cavar o chão com as próprias mãos. Bernadete obedeceu e no local onde ela cavou, começou a brotar água e nunca mais parou. E era sabido por todos que ali, era um lugar seco onde jamais tivera fonte de água.
Ao saber da água que brotou na gruta, o povo começou a ir até lá em busca de cura. Então, começaram a acontecer curas inexplicáveis entre o povo que se banhava nas águas da gruta de Lourdes. Curas de pessoas deficientes físicas, paraplégicos e de enfermidades incuráveis, confirmadas por médicos e cientistas. As curas, aliás, nunca deixaram de acontecer em Lourdes até hoje. Tanto que lá existe uma comissão de médicos pronta para avaliar e atestar se determinada cura foi ou não um milagre.

A posição da Igreja Católica

No dia 18 de janeiro de 1862, Dom Laurence, bispo de Tarbes, deu a declaração oficial proclamando a posição da Igreja diante dos acontecimentos de Lourdes: Inspirados pela Comissão composta por sábios, doutores e experientes sacerdotes que questionaram a criança, estudaram os fatos, examinaram tudo e pesaram todas as provas.
Chamamos também a ciência, e estamos convencidos de que as aparições são sobrenaturais e divinas, e que por consequência, o que Bernadete viu foi a Santíssima Virgem Maria. Nossas convicções são baseadas no depoimento de Bernadete, mas, sobretudo, sobre os fatos que têm acontecido, coisas que não podem ser outra coisa senão uma intervenção divina.

Vida de Bernadete depois das aparições de Nossa Senhora de Lourdes

Depois que Nossa Senhora de Lourdes apareceu pela última vês, Bernadete ingressou na congregação das Irmãs de Caridade de Nevers. Ela estava com 22 anos e morreu aos 34 anos.

Imaculada Conceição

Uma das grandes revelações de Maria em Lourdes foi afirmar que Ela era a Imaculada Conceição, título que o Papa Pio IX havia dado a Maria 4 anos antes em Roma. Bernadete e as meninas não tinham conhecimento disso. Esse título é um Dogma de Fé da Igreja, uma verdade de fé que os católicos acreditam.

Devoção a Nossa Senhora de Lourdes

No ano de 1876 foi edificada a Basílica de Lourdes no local em que Maria havia aparecido. Um local que recebe anualmente milhões de peregrinos do mundo inteiro. Hoje este Santuário está em uma área com várias Igrejas e outras instituições construídas em torno da gruta.
Bernadete foi Canonizada pelo Papa Pio XI no dia 8 de dezembro do ano de 1933 e Lourdes tornou-se um dos maiores locais de visitação dos peregrinos do mundo todo.

A mensagem de Nossa Senhora de Lourdes

A grande mensagem de Nossa Senhora em Lourdes é uma mensagem de conversão e de penitência. Nossa Senhora chamou insistentemente que aqueles que estão distantes de Deus voltem para a casa do Pai, pois estamos num tempo de grandes dificuldades. Oração do terço, penitência e conversão, esta é a grande mensagem de Nossa Senhora Lourdes.

Oração a Nossa Senhora de Lourdes

Ó Virgem Puríssima, Nossa Senhora de Lourdes, que vos dignastes aparecer a Bernadette, no lugar solitário de uma gruta, para nos lembrar que é no sossego e recolhimento que Deus nos fala, e nós falamos com Ele. Ajudai-nos a encontrar o sossego e a paz da alma, que nos ajudam a conservar-nos sempre unidos em Deus. Nossa Senhora da gruta, dai-me a graça que vos peço e tanto preciso, (pedir a graça). Nossa Senhora de Lourdes, rogai por nós.

Agenda para fevereiro.

Neste mês de fevereiro acontecerá em nossa comunidade acontecimentos importantes.
São eles:
  • Reunião com toda a comunidade em Aracaju onde faremos a eleição da mesa administrativa e do conselho da comunidade. Será nesta sexta-feira dia 14/02 ás 19:30.
  • Dia 16, teremos louvores e orações a Sagrada Família pelas famílias, no Oratório Sagrada Família de Nazaré, aparti das 10hs.
  • De 26/02 á 01/03, Tríduo e Festa de Nossa Senhora das Graças, em nossa Missão na cidade de Belo Monte-AL.


Aracaju, 11 de fevereiro de 2014,

Mesa Administrativa da C. C. F. M

O futuro da Igreja passa pelas pequenas comunidades cristãs”. Entrevista com Christoph Schönborn




O cardeal Christoph Schönborn, de Viena, Áustria, é uma das figuras mais interessantes da Igreja global – um protegido intelectual e teológico do Papa Bento XVI, mas também conhecido pela sua disposição para fazer julgamentos pastorais surpreendentes, seja permitindo que um homem abertamente gay atue em um conselho paroquial, seja aprovando um plano abrangente para agrupar ou fechar quase dois terços de suas paróquias, seja para buscar o diálogo com uma insurreição de padres na Áustria.
Schönborn, 67 anos, foi uma das figuras mais citadas no Sínodo dos Bispos sobre a Nova Evangelização, e, no dia 23 de outubro, ele falou ao NCR às margens do Sínodo.
A reportagem é de John L. Allen Jr., publicada no sítio do jornal National Catholic Reporter, 25-10-2012. A tradução é de Moisés Sbardelotto.
Eis a entrevista.
Eu falei com diversas pessoas no Sínodo que ficaram impressionadas com o que o senhor disse sobre o fato de que esses encontros são uma oportunidade para que os bispos falem entre si sobre seus desafios pastorais.
No início do Sínodo, eu sugeri que compartilhássemos não tanto os desafios, mas sim nossas experiências. Como sucessores dos apóstolos, somos chamados a ser os primeiros evangelizadores. Todos nós temos experiências de todos os tipos, de alegrias, medos, sucessos, fracassos, e assim por diante, na evangelização. Nós todos nos perguntamos: “Eu realmente evangelizo?”. Eu prego muito, eu estou nas paróquias, eu escrevo cartas pastorais, e assim por diante, mas o que se quer dizer com a “Nova Evangelização” não é apenas o trabalho pastoral diário, que obviamente nós temos que fazer e fazemos com alegria, mas o que o Papa Bento XVI repetidamente nos diz e nos encoraja a fazer é ir ao encontro daqueles que já não tem, ou nunca tiveram, qualquer contato direto com o Evangelho. Esse é o verdadeiro desafio da Nova Evangelização. Eu fiquei muito comovido por alguns exemplos no Sínodo de experiências reais compartilhadas do nosso trabalho de evangelização. É claro, nós também temos que falar sobre todas as questões da sociedade secular, da globalização, da dimensão social e de todos esses assuntos, e eu acho que nós tivemos um menu muito rico sobre o que está acontecendo em todo o mundo. As situações são todas diferentes, mas, mesmo assim, também são cada vez mais semelhantes. Alguns de nós, no entanto, também deram testemunhos realmente pessoais, e isso foi muito comovente.
Nesse espírito, deixe-me perguntar sobre algumas de suas recentes experiências pastorais na Áustria. Uma delas é o movimento dos padres, que alguns chamam de “rebelião dos padres”. Como as coisas estão agora em termos de sua relação com esse grupo?
Eu penso que todos os bispos austríacos têm um contato normal e regular com os padres que estão nesse movimento. Na minha diocese, alguns dos principais sacerdotes desse movimento estão no conselho presbiteral diocesano. Ainda no início deste mês, conversamos intensamente sobre as questões e os desafios desse grupo. Todos nós compartilhamos muitos deles. Os problemas e as questões que eles levantam são questões reais do campo. A questão é como responder, como levar em conta esses desafios, e eu me atrevo a dizer que a maioria dos padres, assim como nós, bispos, como já mostramos em nossa recente carta pastoral, pensam que algumas das soluções propostas [por esse movimento] ficam aquém. Temos que cavar mais fundo, ver essas questões em um contexto mais amplo. Temos que ver isso como um desafio comum para todos os fiéis, padres, bispos e leigos, para lidar com uma situação em que, em muitos aspectos, nos tornamos uma minoria, mesmo que, numericamente, ainda possamos ser a maioria. Temos que aprender a lidar com essa situação de uma forma criativa.
O seu ponto de vista é de que consertar as estruturas da Igreja não é suficiente?
Exatamente. Precisamos assumir esse desafio [das estruturas da Igreja], porque é uma parte da realidade. Assim como muitas outras dioceses europeias fizeram nas últimas duas décadas, por exemplo, estamos caminhando para reestruturar o nosso trabalho pastoral.
Chegaremos a essa questão daqui a pouco, mas primeiro deixe-me perguntar: independentemente do quão desafiador possa ser, esse movimento sacerdotal também fez algo de bom para a Igreja na Áustria?
Eu tenho confiança neles, porque são sacerdotes próximos das pessoas que compartilham as suas preocupações. Às vezes, talvez, eu diria que a sua perspectiva precisa ser ampliada. O desafio é introduzir a sua perspectiva de base em outros aspectos que simplesmente não estão presentes em suas reflexões e propostas. Por exemplo, toda a questão da secularização não aparece nas suas propostas, e isso é surpreendente para mim. Vivemos em meio a uma secularização radical, e as nossas paróquias agora são minorias, mesmo na zona rural.
O senhor está comprometido em continuar a conversa?
Absolutamente. No nosso diálogo com a Cúria Romana, que está indo muito bem e é muito cordial, a questão tem sido mantida, especialmente à luz do que disse o Santo Padre em sua homilia na Quinta-feira Santa. Ele disse que há apenas uma possibilidade, que é a de avançar juntos. É claro, tem que haver limites. Todos os bispos da Áustria disseram muito claramente, por exemplo, que não se pode apelar à desobediência e ao mesmo tempo deter um cargo diocesano importante. Todo homem de negócios entende que essas duas coisas são incompatíveis. Eu já agi em certas circunstâncias para dizer: “Bem, aqui está o limite, e você precisa fazer a sua escolha”.
Passemos para a reestruturação da arquidiocese, que inclui o fechamento ou o agrupamento de dois terços das suas paróquias. Como isso tem sido recebido?
Isso está no início, e a recepção tem sido mista. Por um lado, eu sinto que muitos padres e leigos estão contentes porque algo está se mexendo, porque eles sabem que a estagnação não seria uma solução. Isso só aumentaria a depressão e o desânimo. Todos nós sabemos que as mudanças têm que ser feitas. Deixe-me dar um exemplo: a cidade de Viena tem 172 paróquias, o que é notavelmente mais do que tínhamos em 1945. O número de católicos, no entanto, encolheu para menos da metade do que tínhamos à época. Temos mais paróquias, igrejas e edifícios, mas significativamente menos católicos. Temos que fazer alguma coisa e nós estamos tentando fazer isso da maneira certa. Por exemplo, propomos dar igrejas a outras Igrejas cristãs que estão crescendo, como os coptas, os sérvios ortodoxos e os romenos ortodoxos, que estão ficando maiores. Em vez de vender igrejas ou simplesmente fechá-las, queremos que elas permaneçam abertas. Eu também não descarto que o que eu vi acontecer em Berlim poderia acontecer em Viena, que é o fato de que algumas igrejas da diocese que tiveram que fechar por razões financeiras são assumidas pelos leigos e se tornam centros vibrantes de vida espiritual em outro nível .
Esse é outro ponto sobre o seu plano de reestruturação. Não se trata apenas de fechar paróquias, mas o senhor também pediu um maior envolvimento dos leigos e leigas.
A ideia-chave, que tem estado extremamente presente no Sínodo, é a da pequena comunidade cristã. Muitos, muitos bispos de todo o mundo falaram sobre as pequenas comunidades cristãs. Nós vemos a necessidade e temos o desejo não de perder comunidades, mas sim de aumentar o seu número. Somos forçados a reduzir o número das estruturas paroquiais, com toda a sua administração e despesas, mas queremos favorecer um número crescente de pequenas comunidades cristãs lideradas por leigos e leigas – leigos que não estão disponíveis em tempo integral, que não são burocratas, mas sim voluntários. Essas são pessoas que vivem no campo, que fazem o que os leigos e leigas em muitas paróquias e em outras comunidades já fazem, que é assumir a responsabilidade por uma grande parte da vida da Igreja, dos aspectos vibrantes de vida da comunidade. Queremos implementar de forma mais explícita o grande tema do Vaticano II: o sacerdócio comum de todos os batizados e batizadas, com o sacerdócio ministerial ao seu serviço, promovendo a santidade do povo de Deus. Os leigos e leigas hoje – ou, eu diria, os batizados e batizadas hoje – são totalmente capazes de ser verdadeiras testemunhas da fé em Cristo em suas vidas diárias e, portanto, nas vidas das pequenas comunidades cristãs
O papel dos leigos e leigas é algo que o movimento dos padres também promoveu. É possível um campo comum entre vocês e eles?
Sim e não, porque eu acho que as ênfases são diferentes. A ênfase não deveria estar essencialmente nos leigos e leigas que assumem cargos na Igreja, mas sim em assumir a responsabilidade pela evangelização, pela missão. A nossa manchete para a arquidiocese de Viena é “a missão primeiro”. E nós ainda a dizemos em inglês! A questão é: nós realmente acreditamos que podemos atrair as pessoas a Cristo hoje? Simples assim.
Algumas das paróquias que vocês estão fechando poderiam se tornar centros para que os leigos e leigas liderem essa missão?
Em primeiro lugar, nós não estamos tanto fechando paróquias, mas sim agrupando-as. Por exemplo, cinco paróquias pequenas na zona rural irão formar um paróquia maior. As suas instalações, no entanto, poderiam ser usadas para animar algumas dessas pequenas comunidades cristãs. É claro, há também os movimentos eclesiais, as ordens religiosas, todos os tipos de grupos de oração, e assim por diante. Eles já são o que constitui a vida do dia a dia da Igreja.
O senhor vê outros sinais de esperança para a Nova Evangelização?
Eu gostaria de acrescentar mais um ponto. O que me impressiona é o número crescente de grupos juvenis de oração em todo o país. É como um fogo que se espalha por todo o país. Em toda parte, esses grupos de jovens estão surgindo, às vezes relacionados a uma paróquia ou mosteiro, mas muitas vezes são espontâneos. Eles apenas se encontram. Você pode ver algo novo borbulhando por aí… Há vida!
Fonte: http://www.ihu.unisinos.br

Filho de Davi (Tony Allysson)





Me contaram que o Senhor ia passar
E que havia uma chance de eu poder enxergar
Me disseram que tinhas poder
Pra ressuscitar e fazer o paralítico andar

Renasceu dentro de mim a fé
Que há muito eu já não tinha
Eu senti meu coração arder
E eu gritei para o Senhor me responder:

Jesus, Filho de Davi, me cura
És o Santo de israel
Diante de Ti a tempestade se cala
Meu Deus honra a minha fé (2x)

Me contaram que o Senhor ia passar
E que havia uma chance de eu poder enxergar
Me disseram que tinhas poder
Pra ressuscitar e fazer o paralítico andar

Renasceu dentro de mim a fé
Que há muito eu já não tinha
Eu senti meu coração arder
E eu gritei para o Senhor me responder:

Jesus, Filho de Davi, me cura
És o Santo de israel
Diante de Ti a tempestade se cala
Meu Deus honra a minha fé (3x)

Eu sei o que o Senhor tem pra mim
Tuas promessas não vão deixar de se cumprir
Eu sei, teu espírito santo está agindo em mim
Jesus, aleluia

Jesus, Filho de Davi, me cura
És o Santo de israel
Diante de ti a tempestade se cala
Honra a minha fé

Jesus, Filho de Davi, me cura
És o Santo de israel
Diante de Ti a tempestade se cala
Meu Deus honra a minha fé
Senhor, honra a minha fé
Filho de Davi, Jesus.

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Missão em Belo Monte celebra Festa da Padroeira!!!

De 26/02 á 01/03/2014, a nossa Missão de Belo Monte-AL irá celebrar a Festa de sua Padroeira local, Nossa Senhora das Graças. O triduo e Festa estão sendo organizados pela própria Comunidade local. No dia 01/03, a festa contará com a presença do presidente da C. C. F. M, Matheus Pinto, o mesmo animará a pequena procissão de Nossa Senhora das Graças que como no ano passado contornará a Vila Maria. A festa acontecerá na Capela de Santa Terezinha do Menino Jesus, na Vila Maria, em Belo Monte-AL.

Salve Maria!

Mesa Administrativa da Comunidade Católica dos Filhos de Maria-Missão Belo Monte-AL

Dirigentes Higor Soares e Jadson Wesley.

TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!

"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...