segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Não tenham medo! Coragem Ele está conosco!

Disse o santo Padre o Papa emerito Bento XVI: "O Católico de hoje tem que estar preparado para o martírio. Não o martírio de sangue, mas o martírio da ridicularização."
Como sempre, o Santo Padre tem razão, hoje devemos estar atentos aos acontecimentos, precisamos estar ''atualizados" sim pois para combater, precisamos saber o que faz o inimigo. Meus queridos, membros da Comunidade Católica dos Filhos de Maria, um membro desta comunidade deve preparado para tudo, precisamos dar a nossa cara a tapa, precisamos ser corajosos. Um Filho de Maria deve ter confiança na mãe que tem. Dizia ontem na missa o padre de nossa paróquia, Padre Cássio:"Qual é o filho(Devoto) que ao olhar a imagem de Nossa Senhora, não tem confiança? Quem é que na hora do aperto reza a Nossa Senhora e se senti melhor? Pois bem, não podemos temer o mal, ao contrário, precisamos enfrentar de cabeça erguida, sem temer, pois Deus a a Virgem Maria está conosco. É esse o conselho que eu dou para aqueles que por estes dias entrarão na C. C. F. M.
"Viver pra mim é Cristo, morrer pra mim é ganho. Não há outra questão, quando se é Cristão não se para de lutar... Até chegar ao Céu!"

Paz e bem...

Matheus Pinto

sexta-feira, 7 de fevereiro de 2014

A nova geração a favor da Catequese

Hoje, anunciar o Evangelho e despertar o interesse na palavra de Deus entre os mais novos não é tarefa fácil. Mas este exercício pode ser muito especial se acontecer desde cedo. É o que mostram os jovens catequistas.
Rosane Pereira tem 21 anos. Desde os 14, quando terminou a Crisma, começou a ajudar sua catequista até assumir a função sozinha. Hoje, são 7 anos dedicados a educação da fé.
Sua vontade de catequizar vem de criança, vendo o exemplo de sua mãe e da irmã mais velha. Sempre que perguntavam que trabalho ela gostaria realizar na Igreja, ela respondia: “ser catequista”. “Sempre ouvi minha mãe dizendo que eram poucos os catequistas”, conta.
Atualmente, Rosane catequiza 15 crianças, com idade entre 10 e 11 anos. Ela alega que o maior desafio é o ato de fazer visitas, de casa em casa, para fortalecer os laços da comunidade, e conseguir conciliar seu tempo de trabalho, estudo e lazer com a função. Mas, a recompensa vem pela força que as crianças transmitem:  “a cada sorriso, um “oi, tia”, me faz ser melhor a cada dia” afirma a jovem.
Guias da fé – Ser catequista é uma forma de ajudar a Igreja e contribuir para a formação religiosa de outros cristãos. É o exemplo dado pelo jovem Alan Souza, que também se dedica a função de catequizar. Para ele, ser catequista é assumir a responsabilidade de ser o guia da fé e dos sentimentos cristãos. “A catequese é uma forma de gratidão para com Deus, sendo assim me proponho a catequizar”, diz.
Alan considera emocionante poder semear o sonho da cristandade através da catequese, e observar a evolução dos adolescentes ao aceitarem ser tocados pelo cristianismo.
A formação de um catequista vem dos próprios ensinamentos do sacramento da eucaristia e da crisma. Os jovens, quando decidem catequizar, assumem a pastoral e permanecem em formação contínua, com semana catequética no início dos anos, retiros religiosos e formações a níveis diocesanos e paroquiais.
Para os que sentem vontade de catequizar, Alan recomenda a leitura diária da bíblia, além de muita oração. “Para os iniciantes, aconselho a se aprofundarem na intimidade com Deus, através da oração e comunhão. E ser um testemunho vivo, da palavra de Deus”.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Hojé é dia de Santa Águeda

Santa Águeda, a primeira das quatro principais virgens e martires do Ocidente celebradas na universal Igreja, nasceu na Sicilia, era o ano do senhor de 230. Há nobre competição entre as duas famosas cidades de Catania e Palermo sobre qual das duas teve a gloria de haver sido a patria de nossa santa; mas o que está fora de toda duvida é que no tempo da perseguição vivia Águeda em Palermo, e que padeceu martirio em Catania. Era sua casa uma das mais nobres de Sicilia, e,como seus ilustres pais professavam a religião cristã, criaram a menina em toda piedade, esforçando-se em dar uma educação correspondente a seu nobre nascimento. Desde cedo descobriu Águeda um entendimento vivo; era rica, era linda, tanto, que passava pela maior beleza de seu tempo; mas o que a fazia mais sobresair-se era sua singularissima virtude. Muito fez voto de não ter outro esposo além de Jesus Cristo, consagrando sua virginidade, sendo ja desde sua infancia o exemplo e a admiração de todas as donzelas. Não pode ver sem muita irritação tanta virtude o inimigo comum de nossa salvação. Promoveu furiosas tempestades, para que naufragasse nelas seu voto e sua constancia. Declararam-se pretendentes de sua mão quantos cavaleiros nobres tiveram noticia de sua beleza e de suas prendas; mil vezes a combateram, mas nunca a expugnaram; contando as vitorias pelas batahlas, e as palmas pelos choques. Achava-se Águeda em Catania quando Quinciano, governador de Sicilia, ouviu falar do extraordinario mérito e das raras prendas que adornavam a terna serva de Jesus Cristo. Quis vê-la, e pela relação que lhe fizeram assim de suas grandes riquezas como de sua singular beleza, se resolveu desde logo a pretendê-la por esposa. Quando Águeda teve noticia da ordem do governador, não duvidou que o senhor havia aceitado o sacrificio que lhe havia feito de sua vida, e acreditou firmemente que havia chegado o tempo de cumprir-se. Encerrando-se em seu quarto; e cheia de alegria com a esperança de juntar a coroa de martir a de virgem, fez ao senhor esta oração fervorosa: Senhor meu Jesus Cristo, meu Deus e meu divino Esposo, bem conhecidos são os meus pensamentos; Vós sois meu único Dono, e Vós o sereis eternamente: ninguém jamais irá dividir convosco o império. Esposa vossa sou, livrai-me deste tirano; ovelha vossa sou, defendei-me deste lobo. Senhor, concedei-me a graça de que seja sacrificada como humilde vitima, que esta consagrada a Vos desde que a razão e a libertade me permitiram a felicidade de fazer este voto. A hora do sacrificio se acerca; inclinai, Senhor, vossos ouvidos a piedade ardente de meus amorosos votos. Acabada a oração, se levantou animada, e tomou o caminho de Catania. Em todo ele não ocupou seu pensamento a não ser em considerar que felicidade tão grande era a de derramar a sangue por amor de Jesus Cristo; a viagem era uma oração continua, e alentado o coração com nova confiança, assim caminhava à morte, como fosse caminhando a um triunfo. Acabava de publicar o imperador Decio editos severos e terriveis contra os cristãos. Pareceu a Quinciano que esta era bela conjectura para o logro de seus intentos, obrigando a Santa a ser condescendente com eles, ou a renunciar a religião cristã. Ao vê-la, ficou tão cegamente fascinado por sua beleza, que, não tendo valor para falar como juiz, se contentou com entrega-la a uma maldita velha, chamada Afrodisia, cuja profissão era enganar as donzelas, sendo sua casa escola de dissolução e teatro de lascivia. Não podia o tirano condenar a nossa Santa a suplicio mais cruel, nem que a causasse mais horror, nem é possível declarar quanto teve que padecer a purissima donzela de solicitações importunas, de tratamentos durissimos, de desprezos e de ultrajes pelo espaço de um mês que esteve naquela infame casa. Não fazia mais que derramar seu coração na presença de Deus, nos olhos um precioso pranto, e na boca suspiros e orações, suplicando que não a desamparasse em tempestade tão forte. Deu-se por vencida a maligna solicitação de Afrodisia, e,passando ao palacio de Quinciano, lhe deu o ultimo desengano, declarando que antes abrandaria a obstinação de um diamante, que conseguir fazer o mal no coração de Águeda; porque, senhor, concluiu a perversa velha, esta donzela é cristã; e,sendo que esperança pode haver de pervertê-la? Ao ouvir estas palavras mudou de afetos o peito do governador, e apoderando-se a sana, ou coragem e o furor do lugar que antes ocupava o amor cego, jurou pelos seus deuses pagãos que havia de faze-la padecer os mais terriveis tormentos. Mandou-a comparecer diante de si, e,lançando centelhas pelos olhos, perguntou como se chamava e de que familia era. Meu nome é Águeda, respondeu a Santa, e minha familia a conheces muito bem; assim não podes ignorar quem seja eu. Pois como, replicou Quinciano, havendo nascido livre e de casa tão ilustre, te tens querido acostumar com a miseravel condição dos escravos? Se ser serva de Jesus Cristo é ser escrava, respondeu a santa donzela, desde logo faço gloriosa vaidade desta nobre escravidão; Porque não conheço nem maior nem ainda verdadeira nobreza senão a de servir a este Senhor. Insistiu o governador para que sacrificasse aos deuses do império, ameançando que, se não o fizesse espontaneamente, seria obrigada com o rigor dos tormentos. Tu queres, disse a Santa, que eu sacrifique aos deuses do imperio; mas não me disse que deuses são esses? Um pedaço de madeira, ou uma coisa de marmore que poliu o artifice em estatuas; um Jupiter que, segundo vossas mesmas historias, não fez mais proezas que escandalizar ao mundo com suas maldades; uma Venus que te avergonharias de ter uma mulher que se parecesse a ela. Irritado Quinciano com uma resposta tão discreta como animada, mandou aos soldados que dessem naquele lindissimo rosto crueis bofetadas; e não se atrevendo então a passar adiante com o interrogatorio, ordenou que a encerrassem em uma obscura prisão, com esperança de obriga-la a que renunciasse a fé, com resolução de coloca-la nos mais horriveis tormentos. No dia seguinte a fez comparecer uma segunda vez ante seu tribunal, e,dissimulando o furor com a ternura, perguntou com carinho artificioso se havia pensado seriamente em olhar por si e em salvar sua vida. E disse para a Santa.-pois, filha minha, renuncia logo a Jesus Cristo, replicou o tirano.- Que chamas renunciar a Jesus Cristo?, respondeu intrépidamente a santa donzela: pelo mesmo que tem pensado com a maior seriedade em salvar minha vida, não posso renunciar a Jesus Cristo, porque esse senhor é minha vida. Esse é minha saude, Esse é meu unico dono. Quinciano, não penses que tuas ameaças nem teus tormentos hão de fazer-me titubear. Não se lança com maior ansia a uma fonte de agua cristalina ele o sedento cervo abrasado do calor e da sede, que a que eu tenho de dar a vida por aquele doce Salvador que me redimiu até derramar a ultima gota de seu sangue. Afila a espada, acende o fogo: nada bastara que me separe daquele dulcissimo Dono a quem amo mais que a mim mesma. Quinciano, em uma palavra, tu poderas tirar-me a vida, mas não ponderas arrancar-me a fé. Pode conceber, mas não pode explicar-se, quanto se enfureceu o tirano ao ouvir uma resolução tão generosa. Mandou que ao instante a colocassem para que seu delicado corpo fosse muido, que quebrassem aqueles virginais ossos com bastões pesados, que rasgassem aquelas purissimas carnes com garfos, e abrasassem aqueles ternos costados com pranchas de metal fundidos. Tantos, tão crueles e tão repetidos tormentos, que, atropelando-se uns a outros, estremeciam e enchiam de horror aos circunstantes, e ainda aos gentis mesmos, os padecia nossa Santa, não somente com heroica constancia, mas sim com indizivel alegria. Crescia a loucura de Quinciano ao passo que ia subindo de ponto o invicto sofrimento de nossa Águeda; e não contente com a inaudita crueldade de cortar seus virginais seios, chegou a barbarie de manda-los cortar. Não cedeu a santa donzela a um dor tão vergonhosa como cruel, e somente se contentou com repreendê-lo modestamente por aquela especie de horrivel inumanidade, protestando que não por isso faria nela menor sua firmeza. Seus virginais seios foram arrancados com tenazes. Achando-se tão envergonhado Quinciano de ver-se vencido por aquela donzela terna, que segunda vez a mandou encerrar no carcere, com ordem de que a deixasem morrer ali de suas feridas. Apenas entrou Águeda no calabouço, quando uma celestial luz desterrou sua obscuridade, banhando-lhe de resplendor. Deixando-se ver em meio dela o glorioso apóstolo São Pedro, que a curou milagresamente. Chegou a noticia à Quinciano, e a mandou comparecer terceira vez ante seu tribunal; Mas sem dar-se por entendido da milagrosa cura, que os gentis atribuiam sempre a efeito de feitiçaria, é claro, a disse, resolver desde mesmo punto a sacrificar a nossos deuses, ou prevenir-te para padecer tormentos mais crueis que todos os passados. - Como nem no Céu nem na Terra, replicou a Santa, reconheço outro Deus além do que eu sirvo, nunca me resolverei a dobrar a outro os joelhos. Ao ouvir estas palavras, revestido de novo furor o tirano, mandou que desnudassem e a a arrastassem primeiro por brasas acesas, e depois por puntas e cascos de vasilhas feitas em pedaços. Serviu o novo tormento de materia a novo triunfo. Apenas se deu principio a execução, quando se estremeceu a cidade com um espantoso terremoto; ruiram muitos edificios, veio abaixo uma parede que sepultou entre suas ruinas a Silvano, conselheiro, e a Falcão, amigo de Quinciano, principais autores de sua crueldade e atiçadores ambos de sua ira. Assustou-se o povo, e o governador precisou a assegurar sua vida com a fuga. Foi Águeda restituida ao carcere, e apenas entrou nela, quando fez ao senhor a oração seguinte: Deus poderoso, Deus Eterno, que pelo puro efeito de tua misericordia infinita quiseste tomar sobre tua especial amorosa proteção a esta tua humilde serva desde que se achava nos primeiros sofrimentos, preservando-a do contagioso amor do mundo, para que meu coração ardesse unicamente no purissimo incendio de teu amor; Salvador meu, Jesus Cristo, que tens querido conservar-me em meio de tantos tormentos para maior gloria de teu Nome, e para confusão vergonhosa do poder das trevas, digna-te de receber minha alma na eterna feliz estancia dos bem-aventurados; esta é a ultima graça que peço, e que firmemente espero de tua infinita bondade. ao dizer isto expirou. Sucedeu sua preciosa morte o dia 5 de fevereiro de 251. Quando os cristãos levaram o virginal vitorioso corpo, e lhe deram sepultura na cidade de Catania, com toda a veneração que correspondia a tão ilustre martirio. Conta a tradição que um ano após sua morte, o Etna teria entrado em erupção, despejando um mar de lava em direção a Catânia. Então os habitantes teriam colocado um véu que cobria a sepultura de Ágata diante do fogo que parou imediatamente, poupando a cidade.

Catequese Papa Francisco - Eucaristia

Catequese com o Papa Francisco - 29/01/14
CATEQUESE
Praça São Pedro – Vaticano
Quarta-feira, 05 de fevereiro de 2014
Boletim da Santa Sé
Tradução: Jéssica Marçal e Paula Dizaró
Queridos irmãos e irmãs, bom dia!
Hoje falarei a vocês da Eucaristia. A Eucaristia coloca-se no coração da “iniciação cristã”, junto ao Batismo e à Confirmação, e constitui a fonte da própria vida da Igreja. Deste Sacramento de amor, de fato, nasce cada autêntico caminho de fé, de comunhão e de testemunho.
Aquilo que vemos quando nos reunimos para celebrar a Eucaristia, a Missa, já nos faz intuir o que estamos para viver. No centro do espaço destinado à celebração encontra-se um altar, que é uma mesa, coberta por uma toalha e isto nos faz pensar em um banquete. Na mesa há uma cruz, a indicar que sobre aquele altar se oferece o sacrifício de Cristo: é Ele o alimento espiritual que ali se recebe, sob os sinais do pão e do vinho. Ao lado da mesa há o ambão, isso é, o lugar a partir do qual se proclama a Palavra de Deus: e isto indica que ali nós nos reunimos para escutar o Senhor que fala mediante as Sagradas Escrituras, e então o alimento que se recebe é também a sua Palavra.
Palavra e Pão na Missa tornam-se um só, como na Última Ceia, quando todas as palavras de Jesus, todos os sinais que havia feito, condensaram-se no gesto de partir o pão e de oferecer o cálice, antes do sacrifício da cruz, e naquelas palavras: “Tomai, comei, isto é o meu corpo…Tomai, bebei, isto é o seu sangue”.
O gesto de Jesus cumprido na Última Ceia é o extremo agradecimento ao Pai pelo seu amor, pela sua misericórdia. “Agradecimento” em grego se diz “Eucaristia”. E por isto o Sacramento se chama Eucaristia: é o supremo agradecimento ao Pai, que nos amou tanto a ponto de dar-nos o seu Filho por amor. Eis porque o termo Eucaristia resume todo aquele gesto, que é gesto de Deus e do homem junto, gesto de Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.
Então a Celebração Eucarística é bem mais que um simples banquete: é propriamente o memorial da Páscoa de Jesus, o mistério central da salvação. “Memorial” não significa somente uma recordação, uma simples recordação, mas quer dizer que cada vez que celebramos este Sacramento participamos do mistério da paixão, morte e ressurreição de Cristo.
 A Eucaristia é o ápice da ação da salvação de Deus: O Senhor Jesus, se fez pão partido por nós, derrama sobre nós toda a sua misericórdia e seu amor, e assim renova o nosso coração, a nossa existência e a maneira como nos relacionamos com Ele e com os irmãos.
É por isto que sempre, quando nos aproximamos deste sacramento, se diz de: “Receber a Comunhão”, de “fazer a Comunhão”: isto significa que o poder do Espírito Santo, a participação na mesa eucarística se conforma de modo profundo e único a Cristo, nos fazendo experimentar já a plena comunhão com o Pai que caracterizará o banquete celeste, onde com todos os Santos teremos a alegria de contemplar Deus face a face.
Queridos amigos, nunca conseguiremos agradecer ao Senhor pelo dom que nos fez com a Eucaristia! É um grande dom e por isto é tão importante ir à Missa aos domingos.
Ir à missa não somente para rezar, mas para receber a Comunhão, este pão que é o Corpo de Jesus Cristo que nos salva, nos perdoa, nos une ao Pai. É muito bom fazer isto! E todos os domingos, vamos à Missa porque é o próprio dia da ressurreição do Senhor. Por isto, o domingo é tão importante para nós.
E com a Eucaristia sentimos esta pertença à Igreja, ao Povo de Deus, ao Corpo de Deus, a Jesus Cristo. Nunca terminará em nós o seu valor e a sua riqueza. Por isto, pedimos que este Sacramento possa continuar a manter viva na Igreja a sua presença e a moldar as nossas comunidades na caridade e na comunhão, segundo o coração do Pai. E isto se faz durante toda a vida, mas tudo começa no dia da primeira comunhão.
É importante que as crianças se preparem bem para a primeira comunhão e que todas as crianças a façam, porque é o primeiro passo desta forte adesão a Cristo, depois do Batismo e da Crisma

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

O modo orante de celebrar a liturgia

Pe. Egídio Balbinot
 
Introdução
 
O Concílio Vaticano II destacou a necessidade de uma participação plena, consciente, ativa, interna e externa e frutuosa do povo na liturgia.[1] No entanto, passados 40 anos da promulgação da Sacrosanctum Concilium, percebemos que, na prática, ainda não estamos conseguindo ‘viver a divina liturgia’, ou seja, não estamos conseguindo fazer dela um momento privilegiado de encontro com Deus que se atualiza no mistério da morte e ressurreição de Jesus. A liturgia, gesto gratuito de memória, está sendo muitas vezes reduzida a um amontoado de ritos e dinâmicas com preocupações pedagógicas. Busca-se água em tantas fontes exteriores e se esquece a fonte primeira da nossa liturgia: Jesus e seu mistério pascal.
De modo geral na maioria das celebrações litúrgicas, percebemos que a forma de participar, rezar, cantar e fazer determinadas ações rituais são realizadas de uma forma técnica e funcional com pouco envolvimento afetivo, espiritual e emocional. Corremos assim o risco de honrar Deus com os lábios com o coração distante dele (cf. Mt 15, 8).
Outras vezes, os agentes de pastoral preocupados em favorecer uma interpretação conscientizadora de determinados eventos históricos privilegiam na celebração, o discurso racional e de denúncia social. “Se por um lado determinado discurso ajuda a enraizar a fé na existência, purificando-a de interpretações alienantes, pode ao mesmo tempo sufocá-la. O discurso racional, da eficácia, pode reduzir de tal forma a ação divina nos gestos humanos que torna difícil descobrir a transparência da segunda na primeira. Por isso, o desafio é manter na celebração o olhar da fé que é capaz de reconhecer a carinhosa presença de Deus na vida. Se uma celebração não cria espaço para a oração gratuita, que se expressa na confissão dos pecados, nas preces, na oração de confiança, no louvor, é sinal de que algo não está bem”.[2]
Em vista disto, a seguir, pretendemos ainda que de modo sucinto, expor o que entendemos por liturgia orante e algumas condições para que ela aconteça.
 
1. Liturgia do coração
 
A liturgia orante é a ‘liturgia do coração”, ou seja, aquela que brota de dentro de nós e se expressa de modo afetivo e efetivo através de gestos, palavras e ações rituais envolvendo todos os sentidos do nosso corpo, propiciando assim uma participação plena, ativa, consciente e frutuosa.
Jean Corbon, referindo-se à oração pessoal diz que “é a partir da oração do coração que a liturgia passa a ser vida, limiar pessoal a transpor, onde tudo se decide, apelo primeiro ao qual é custoso responder (...) Somente no coração é que somos e nos tornamos nós mesmos. O coração é o lugar do autêntico encontro consigo mesmo, com os outros, mas especialmente com o Deus vivo”.[3]
Ione Buyst, entende ‘liturgia de coração’ como uma liturgia espiritual onde se busca o equilíbrio entre a objetividade do mistério celebrado e a subjetividade da participação e da experiência litúrgica; entre a dimensão afetiva e intelectiva; entre afetividade e razão; entre fervor e intuição.[4]
 
2. A liturgia é que serve
 
A liturgia orante é uma liturgia afetuosa. É o oposto do ritualismo, onde o que impera é a rotina e a frieza calculista dos ritos. A liturgia superficial ou devocionista não engaja, não transforma porque a pessoa não se sente envolvida. A liturgia orante leva ao compromisso e ao engajamento porque quando temos uma experiência concreta de Deus queremos partilha-la com outros.
O objetivo da liturgia é o encontro vivo com o mistério de Deus manifestado em Jesus Cristo. Para que este encontro seja ‘em espírito e em verdade’ (cf. Jo 4, 23), é preciso entrar no jogo simbólico-ritual da liturgia e não fazer a liturgia entrar no nosso jogo. Por isso não podemos criar a liturgia em vista de um tema.
“A criatividade em liturgia é como na música, uma variação sobre um tema imposto: o tema me é dado, não parte de mim mesmo. A liturgia é uma arquitetura inspirada na Bíblia e na Tradição, e assumida pela Igreja como Esposa de Cristo. É preciso considerá-la como um instrumento de serviço e não de modificações. A liturgia é que serve. Não somos nós que nos servimos. Entramos nela nos dirigindo a Deus para acolhê-lo. A celebração é feita essencialmente ouvindo, acolhendo e obedecendo. Ela não é uma palavra humana, mas uma resposta humana à palavra de Deus”.[5]
A liturgia orante acontece quando eu me ‘entrego’ ao jogo ritual da celebração e ao mesmo tempo em que ‘entro’ com minhas experiências e vivências pessoais, também me deixo ‘conduzir’ entendendo que tudo o que se diz ou se faz tem relação comigo. A liturgia é, antes de tudo, ato de Cristo. Ele é o ator principal. Na assembléia litúrgica eu não sou um espectador. Sou um hóspede convidado a me servir e a vivenciar o mistério através da minha participação ativa e consciente.
 
3. Liturgia: glorificação a Deus e serviço aos irmãos
 
A liturgia orante procurará sempre levar em conta dupla vertente: glorificação ao Pai e caridade com os irmãos. Neste sentido a Conferência de Santo Domingo propõe que “a liturgia seja mais viva e capaz de introduzir os fiéis no mistério, integrando a vida das pessoas numa profunda e respeitosa experiência do insondável mistério divino de riqueza inefável”.[6]
Para que isso aconteça é fundamental que a assembléia litúrgica tome consciência da presença viva de Deus nos fatos, nos acontecimentos, nas organizações e lutas que estão acontecendo no ‘hoje’ de nossa história. O louvor orante, a súplica e o compromisso de transformação nascem a partir do reconhecimento de Deus no meio de nós e são uma resposta ao seu apelo.
O fundamental é viver a liturgia e não explicá-la; é deixar-se conduzir como hóspede saboreando como o coração e com a alma o ágape que o Mestre nos oferece. A linguagem da liturgia vai além das palavras e dos ritos e por isso “entrar na liturgia é fazer uma experiência com a própria personalidade, com a própria inteligência e o próprio coração, com a própria imaginação e a própria memória, com o próprio sentido estético e os próprios sentidos corpóreos: a visão, a audição, o olfato, o tato e o gosto”.[7]
 
4. As condições para uma liturgia orante
 
Apontaremos a seguir algumas condições básicas que Ione Buyst considera importantes que a liturgia seja verdadeiramente orante: [8]
a) Viver profundamente a liturgia como acontecimento espiritual e pascal. “A experiência litúrgica é uma experiência pascalizante do Cristo Ressuscitado no Espírito, pela qual os participantes da ação litúrgica se deixam atingir e transformar gradativamente”.[9] Assim cada celebração é um novo impulso em vista da transformação da realidade injusta que vivemos. Esta atitude pascal deve perpassar toda a celebração dando assim um novo sentido aos ritos, gestos, palavras e cantos fazendo-nos passar sacramentalmente da morte para a vida, da escravidão para a liberdade.
b) Entregar-se à comunicação afetiva e amorosa com Deus e com os irmãos e irmãs. “A experiência litúrgica é uma experiência afetiva, à medida que, ao celebrar, sinto que estou relacionado com aquilo que é celebrado, com as realidades evocadas pelas leituras, pelos cantos, pelos símbolos, com a realidade que me cerca, com os outros, com o fundo de mim mesmo e com o fundo de toda realidade”.[10]
c) Aprender a nos tornar mistagogos, capazes de iniciar os outros participantes no processo de transformação pascal. Fazemos isso sempre na unidade do Espírito Santo, o principal mistagogo de nossas celebrações.
d) Para que tudo isso aconteça, é preciso unir em cada momento da celebração o gesto corporal, o sentido teológico-litúrgico e a atitude espiritual correspondente. Exemplificando: Quando fazemos a saudação à assembléia através das palavras “O Senhor esteja convosco” estamos expressando, confirmando e atualizando com palavras a verdade e o sentido da presença do Ressuscitado no meio do seu povo. Tanto esta proclamação do presidente, como também a resposta da assembléia deve também vir acompanhada de uma atitude espiritual, atitude de fé, de alegria e júbilo. Não há como ficar triste ou indiferente diante do anúncio da presença do Ressuscitado conosco. Naturalmente o gesto e a postura corporal e a comunicação devem corresponder e expressar de forma plena este anúncio. Dizer esta saudação só com os lábios, sem alma e sem vibração, olhando para o Missal e esquecendo o povo, torna inautêntico este momento da celebração.
O mesmo ocorre com os demais ritos e ações da celebração. Podemos ler a Bíblia como um livro qualquer e podemos lê-la no espírito como palavra de Deus. Podemos dançar com corpo apenas nos movimentando ou nos exibindo ou podemos dançar exprimindo a alegria do Espírito que habita em nós. O importante é que se vivencie corporal e espiritualmente, cada um dos gestos dentro de um determinado sentido teológico. Cabe a cada um de nós vivenciar espiritualmente os gestos deixando que o Espírito nos transforme.
É fundamental, portanto que haja uma atitude espiritual em tudo o que dizemos, falamos e expressamos na liturgia. “Essa atitude espiritual profunda, esta atenção amorosa àquele que se faz presente entre nós por meio de inúmeros sinais, faz da liturgia a fonte e a raiz de toda espiritualidade cristã. As atitudes e os gestos corporais na liturgia, feitas no Espírito, vão nos moldando aos poucos à imagem de Jesus Cristo, vão imprimindo em nós a atitude de misericórdia; atitude de serviço desinteressado; atitude de recuperação da vida de um irmão ameaçado de morte, mesmo arriscando para isso a própria vida; atitude de confiança, no sofrimento, nas dificuldades, na doença; atitude de firmeza diante dos poderosos; atitude de persistência e perseverança nas perseguições e no martírio; atitude de amor ao Pai e aos irmãos”.[11]
 
Concluindo...
 
A liturgia só será autêntica e transformadora se ela propiciar um encontro verdadeiro com o mistério de Jesus que se prolonga na vida dos irmãos e irmãs que participam da assembléia. Este encontro não pode ser ‘forçado’. Ele acontece plenamente na liberdade e na gratuidade. Isso não significa que devamos suprimir ou alterar os ritos litúrgicos. Ao contrário, a verdadeira liturgia acontece quando vivenciamos profundamente os ritos. De outro lado, não há oração litúrgica quando ‘despachamos’ certos ritos de forma mecânica e apressada.
A liturgia orante acontece quando somos capazes de ir além do ritualismo, do racionalismo e do verbalismo e assumimos o sentido pleno da ritualidade, que se realiza na unidade entre a palavra que pronunciamos, o gesto corporal que assumimos e a atitude espiritual com que a expressamos.
 


[1]   Cf. SC 11; 14; 19; 110. A SC diz ainda que a liturgia é participação em ato (SC 26), deve se realizar na assembléia (SC 121) e deve ser organizada e sinfônica ( SC 28-29).
[2] Afonso MURAD & Marcelo GUIMARÃES, O amadurecimento litúrgico das CEBs e os sinais de uma nova espiritualidade. In: REB 208 (52), 1992, p. 830.
[3]   Jean CORBON, Liturgia de fonte, p. 157.
[4]   Cf. Ione BUYST, Liturgia de coração, p.12.
[5]   Godfried DANNEELS, A obra de um Outro, in: 30 dias, nº 1, jan. de 1996, p. 48.
[6]   CELAM, Nova Evangelização, promoção humana e cultura cristã: conclusões da IV Conferência do Episcopado Latino-Americano (Santo Domingo), nº 152 e 156.
[7]   Godfried DANNEELS, A obra de um Outro, in: 30 dias, nº 1, jan. de 1996, p. 49.
[8]   Cf. Ione BUYST, O lugar das emoções e sentimentos na liturgia. Apontamentos para o encontro da ASLI, jan. 1997, p. 5; Idem, Liturgia de coração, p. 55; Idem, Liturgia cristã. In: Tereza CALVALCANTI et alii, Curso de Verão Ano IV, p. 56.
[9]   Ione BUYST, Pesquisa em liturgia: relato e análise de uma experiência, p. 37.
[10] Ibidem, p. 27.
[11]   Ione BUYST & Ernesto CARDOSO, Liturgia cristã. In: Tereza CALVALCANTI et alii, Curso de Verão Ano IV, p. 56.

Lista dos novos cardeais da Igreja Católica



"Nessa perspectiva, com vivos sentimentos de comunhão e desde já elevando ao Senhor nossas orações em favor destes eleitos, apresentamos a seguir os novos purpurados. Que Deus os abençoe copiosamente e os faça sempre fiéis a esta nova missão que ora lhes é confiada.

Pietro Parolin
Arcebispo Titular de Aquipendium e Secretário de Estado do Vaticano
Italiano, 58 anos.

Gerhard Ludwig Müller
Arcebispo-Bispo Emérito de Regensburg e Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé
Alemão, 66 anos.

Beniamino Stella
Arcebispo titular de Midila e Prefeito da Congregação para o Clero
Italiano, 72 anos.

Lorenzo Baldisseri
Arcebispo titular de Diocletiana e Secretário do Sínodo dos Bispos
Italiano, 73 anos.

Vicent Gerard Nichols
Arcebispo Metropolitano de Westminster
Inglês, 68 anos.

Leopoldo José Brenes Solórzano
Arcebispo Metropolitano de Manágua
Nicaraguense, 64 anos.

Gérald Cyprien Lacroix
Arcebispo Metropolitano de Québec
Canadense, 63 anos.

Jean-Pierre Kutwa
Arcebispo Metropolitano de Abidjan
Costa-Marfinense, 68 anos.

Orani João Tempesta, O.Cist.
Arcebispo Metropolitano de São Sebastião do Rio de Janeiro
Brasileiro, 63 anos.

Gualtiero Bassetti
Arcebispo Metropolitano de Perugia-Città della Pieve
Italiano, 71 anos.

Marco Aurélio Poli
Arcebispo Metropolitano de Buenos Aires
Argentino, 66 anos.

Andre Yeom Soo Jung
Arcebispo Metropolitano de Seoul e Administrador Apostólico "sede plena" de Pyongyang
Sul-coreano, 70 anos.

Ricardo Ezzati Andrello, S.D.B.
Arcebispo Metropolitano de Santiago do Chile
Chileno, 72 anos.

Philippe Nakellentuba Ouédrago
Arcebispo Metropolitano de Ouagadougo
Burquinense, 68 anos.

Orlando Beltran Quevedo, O.M.I.
Arcebispo Metropolitano de Cotobato
Filipino, 74 anos.

Chibly Langlois
Bispo Diocesano de Les Cayes
Haitiano, 55 anos.

O Santo Padre criará ainda três cardeais não-eleitores, ou seja, que já possuem idade superior a 80 anos e, portanto, estão impedidos de ingressarem num eventual conclave para a eleição de um novo Sumo Pontífice.
São eles:

Loris Francesco Capovilla
Arcebispo titular de Masembria e Secretário Particular do Beato João XXIII
Italiano, 98 anos.

Fernando Sebastián Aguillar, C.M.F
Arcebispo-Emérito de Pamplona e Tudela
Espanhol, 89 anos.

Kelvin Edward Felix
Arcebispo-Emérito de Castries
Santalucense, 81 anos."

Hojé é dia de São Braz

 
SBlaise2.jpg (18329 bytes)São Brás
em Latin S.Blasius, em Catalão Blai, em Francês Blaise, em Espanhol Blas
SBlaise1.jpg (13762 bytes)Ficou famoso porque retirou de uma criança, sem nenhum instrumento um espinho que o mesmo tinha na garganta. Por isso é considerado padroeiro das doenças da garganta e no dia de sua festa, 3 de fevereiro, nas cidades da Espanha e algumas do interior do Brasil, as mães levam os filhos para benzerem a garganta.
Morreu em 316, foi bispo de Sebaste na Armênia .Quando as perseguições começaram sob o Imperador Dioclecius (284-305), Braz fugiu para uma caverna onde ele cuidou dos animais selvagens Anos mais tarde, caçadores o encontraram e o levaram preso para o governador Agricolaus, da Capadócia na Baixa Armênia, durante a perseguição do então Imperador Licinius Lacinianus (308-324).Braz foi torturado com ferros em brasa e depois foi decapitado. O costume de abençoar as gargantas no seu dia continua até hoje e em alguns locais são usadas nas cerimonias comemorativas e velas. As velas são usadas porque a mãe do menino curado por São Braz, levou para ele velas na prisão.Muitos eventos miraculosos são mencionados nos estudos sobre São Braz e ele muito venerado na França e Espanha.
Suas relíquias estão em Brusswick,Mainz, Lubeck, Trier e Cologne na Alemanha. Na França em Paray-le-Monial.Em Dubrovnik na antiga Iugoslávia e em Roma, Taranto e Milão na Itália.
Na liturgia da Igreja Católica São Braz é mostrado com velas nas mãos e em frente a ele, uma mãe carregando uma a criança com mão na garganta, como pedindo para ele cura-la. Daí se originou a benção da garganta no seu dia. Alguns interpretam como sendo uma mãe pedindo a benção de São Braz para a garganta do filho.
Após se tornar um bispo, durante a perseguição dos cristãos recebeu uma mensagem Divina para se esconder nas colinas para escapar. Os homens que o caçavam descobriram um caverna cercada de animais selvagens que estavam doentes. Dentro da caverna estava São Braz, que andava entre eles, sem que os animais o atacassem. Reconhecido como bispo foi levado para julgamento. No caminho de volta ele convenceu o um lobo a soltar um porco que pertencia a uma camponesa. A sentença foi para que morresse vagarosamente de fome na prisão.
Duas mulheres o visitaram na prisão. A do porco que levava de uma maneira muito engenhosa comida para ele, e a outra a do menino que levava velas.
Lá pelas tantas, como São Braz não parecia definhar de fome, o governador mandou decapita-lo.
Ele é padroeiro dos animais selvagens.
É padroeiro dos Veterinários junto com Santo Egídio.
A benção das gargantas é feito da seguinte forma: Duas velas são abençoadas, e seguras ligeiramente abertas e comprimidas de encontro a garganta do doente e a benção então é pronunciada.
Sua festa é celebrada no dia 3 de fevereiro

TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!

"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...