A Ladainha de Nossa Senhora é mais do que uma prece, é uma lista de valores humanos fundamentais. Neste mês somos convidados a contemplar a pureza de Maria. Muita caricatura já se fez em torno a essa qualidade. A mãe de Deus não tem nada a ver com aquela imagem angelical de uma santinha ingênua, quase boba, que não conhece nada da vida, inexperiente, refugiada em uma experiência espiritual alienante. Com as mãos postas e os olhos fechados. É esta a imagem que muita gente tem do santo. É verdade que algumas pinturas provenientes do romantismo barroco não ajudam muito a entender o sentido da verdadeira pureza e da autêntica santidade. Milhões de anjos subindo e descendo em todas a direções… nuvens e fumaça… estrelinhas e auréolas.. tudo coloca o santo mais perto do céu que da terra. Na verdade o santo é alguém que tem os pés no chão e o coração no céu. Tem os olhos fixos em Deus e as mãos prontas para ajudar os irmãos. Esta é a imagem de Maria que a Bíliba nos deixou. Uma mulher que depois do êxtase experimentado na conversa com o anjo Gabriel, tem coragem de caminhar 120 quilômetros para ajudar a sua prima Isabel, que também estava grávida. E ficou ali seis meses. Depois voltou para casa a pé, grávida de seis meses. Isto sim é santidade.Vivemos em um mundo que quase já não pode entender a mensagem da pureza. Mas acredito também que nossa juventude perfurada por tantos piersings e tatuada com tantos demônios e dragões, já começa a ter saudade da autenticidade original. O pecado pesa, cansa, cheira mal. A malícia faz a gente ficar feio, por mais formoso que seja o rosto. O que produz em nossa juventude esse mau humor? Parece que a estrutura de pecado presente em nossa pornográfica cultura começa a cansar. A fuga na droga, no mundo virtual, na vida sexual sem critérios e limites, rouba o jovem de si mesmo e o condena à náusea e à solidão. No fundo do coração permanece sempre aceso um pequeno fogo que o faz, mais cedo ou mais tarde, sentir saudades de Deus.É neste momento que o rosto de Maria, nossa mãe puríssima, se torna um oásis de esperança. Chega um dia em que todos precisamos de um ombro para chorar. E o primeiro lugar que procuramos é o colo da mãe. Não importa o título: imaculada, virgem, casta, santa… é mãe e pronto! Ela não acolhe por interesse. É pura. A pureza deixa a pessoa linda. A imagem que me vem é da idosa e lindamente enrrugada Madre Teresa de Calcutá. Nosso tempo viu mulher mais bela? Alguém lembra a miss mundo do ano passado? Alguém pode esquecer dos olhos negros de Teresa? Sua beleza foi fruto de uma existência transfigurada em Deus e a serviço dos que já não tinham esperança. Sobre isso o papa Bento XVI diz de maneira muito bela em sua encíclica Deus caritas est: “Eu vejo com os olhos de Cristo e posso dar ao outro muito mais do que as coisas externamente necessárias: posso dar-lhe o olhar de amor de que ele precisa” (nº 18). O dom do olhar… isso apenas as pessoas puras podem dar. Quem usa seus olhos para explorar o corpo do outro com malícia perde este dom. Os olhos são os espelhos da alma. Mas quem se exercita em contemplar os olhos de Deus, por exemplo na Eucaristia, recebe a luz e passa a ter um rosto que brilha. Nosso mundo precisa de pessoas com este olhar. O marketing dos nossos tempos quer vender de tudo maculando nossos olhos. Prostituem a imagem do corpo para vender de tudo. Vivemos em um imenso bordel. É o mercado da malícia. Não admira que também hoje as prostitutas tenham um olhar mais puro do que aqueles que as prostituem. Elas nos precederão no Reino, advertiu Jesus. A pureza é uma virtude atual. Precisamos políticos puros, sem corrupção. Precisamos padres e religiosos puros, repletos de unção, sem malícia nem indiferença. É urgente pais e mães puros, que não querem apenas usar um ao outro para mendigar uma fútil sensação de felicidade. Pais capazes de dar a seus filhos o maravilhoso dom de um olhar puro. Isto um filho jamais esquece. Jovens capazes de um namoro puro, que respeita o templo de Deus que é o corpo do outro… e sabe esperar, sim, sabe esperar. AVE:Amor Verdadeiro Espera! Ave Maria, mãe puríssima, rogai por nós1
Fonte: http://blog.cancaonova.com/padrejoaozinho/2007/09/20/5-mae-purissima/
quarta-feira, 1 de junho de 2016
domingo, 10 de janeiro de 2016
A graça do nosso batismo. Por Matheus Henrique
Solenidade do Batismo do Senhor.
"Os diferentes efeitos do Baptismo são significados pelos elementos sensíveis do rito sacramental. A imersão na água evoca os simbolismos da morte e da purificação, mas também da regeneração e da renovação. Os dois efeitos principais são, pois, a purificação dos pecados e o novo nascimento no Espírito Santo (60)." CIC 1262
Jesus com o seu batismo nos dá a graça de termos a oportunidade de sermos realmente filhos de Deus. É no batismo que Deus reconhece essa filiação. Depois de purificados dos nossos pecados, e quando criança, do pecado original, somos inseridos na grande família de Deus que é a Igreja.
E, a partir de então, recebemos de Deus a missão de levar adiante aquela graça que recebemos no dia do batismo.
E hoje, olhando a nossa vida, estamos realmente assumindo o nosso batismo? Realmente faço valer a graça que Deus derramou em mim? Faço valer a unção que Deus fez em mim?
Hoje é um dia para refletirmos que exemplo estou dando como batizado. E recordando a cena do Batismo do Senhor, quando depois de batizado, e depois que o Espírito Santo paira sobre Jesus, o Cristo é levado ao deserto. A solidão em Deus e a tentação do inimigo presente. Mas depois que vence as tentações, parte para pregar a Boa Nova do reino de Deus para todos. Assim também acontece conosco. Somos muita das vezes levados para o deserto afim de sermos tentados, mas quando passamos o deserto em Deus, vencemos as tentações e somos pois chamados a fazer aquilo que fez Jesus, pregar a Boa Nova do Senhor aos quatro cantos do mundo, sem ter medo de ser feliz!
Deus nos ajude a assumirmos cada vez mais o nosso batismo, e a corresponder fielmente ao seu chamado.
Paz e bênção!
"Os diferentes efeitos do Baptismo são significados pelos elementos sensíveis do rito sacramental. A imersão na água evoca os simbolismos da morte e da purificação, mas também da regeneração e da renovação. Os dois efeitos principais são, pois, a purificação dos pecados e o novo nascimento no Espírito Santo (60)." CIC 1262
Jesus com o seu batismo nos dá a graça de termos a oportunidade de sermos realmente filhos de Deus. É no batismo que Deus reconhece essa filiação. Depois de purificados dos nossos pecados, e quando criança, do pecado original, somos inseridos na grande família de Deus que é a Igreja.
E, a partir de então, recebemos de Deus a missão de levar adiante aquela graça que recebemos no dia do batismo.
E hoje, olhando a nossa vida, estamos realmente assumindo o nosso batismo? Realmente faço valer a graça que Deus derramou em mim? Faço valer a unção que Deus fez em mim?
Hoje é um dia para refletirmos que exemplo estou dando como batizado. E recordando a cena do Batismo do Senhor, quando depois de batizado, e depois que o Espírito Santo paira sobre Jesus, o Cristo é levado ao deserto. A solidão em Deus e a tentação do inimigo presente. Mas depois que vence as tentações, parte para pregar a Boa Nova do reino de Deus para todos. Assim também acontece conosco. Somos muita das vezes levados para o deserto afim de sermos tentados, mas quando passamos o deserto em Deus, vencemos as tentações e somos pois chamados a fazer aquilo que fez Jesus, pregar a Boa Nova do Senhor aos quatro cantos do mundo, sem ter medo de ser feliz!
Deus nos ajude a assumirmos cada vez mais o nosso batismo, e a corresponder fielmente ao seu chamado.
Paz e bênção!
terça-feira, 10 de novembro de 2015
Gestos na Santa Missa
Ritos Iniciais
Fazer o sinal da Cruz com água benta (sinal do batismo) ao entrar na igreja.
Fazer genuflexão ao sacrário contendo o Santíssimo Sacramento, e ao altar do Sacrifício, antes de se dirigir ao banco. (Se não houver sacrário no presbitério, ou se este não for visível, fazer inclinação profunda ao altar antes de se dirigir ao banco.)
Ajoelhar-se ao chegar no banco para oração privada antes do início da Missa.
Ficar de pé para a procissão de entrada.
Fazer inclinação de cabeça quando o crucifixo, sinal visível do sacrifício de Cristo, passar em procissão. (Se houver um bispo, fazer inclinação quando ele passar, como sinal de reconhecimento da sua autoridade da Igreja e de Cristo como pastor do seu rebanho.)
Permanecer de pé para os ritos iniciais. Fazer o sinal da Cruz junto com o sacerdote no começo da Missa.
Bater no peito ao “mea culpa(s)” (“por minha culpa, minha tão grande culpa”) no Confiteor.
Fazer inclinação de cabeça e o sinal da Cruz quando o sacerdote disser “Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós...”
Fazer inclinação de cabeça ao dizer o “Senhor, tende piedade de nós” no Kyrie.
Se houver o Rito da Aspersão (Asperges), fazer o sinal da Cruz quando o padre aspergir água em sua direção.
Durante a Missa, fazer inclinação de cabeça a cada menção do nome de Jesus e a cada vez que a Doxologia [“Glória ao Pai...”] for rezada ou cantada. Também quando pedir que o Senhor receba a nossa oração. (“Senhor, escutai a nossa prece” etc, e ao fim das orações presidenciais: “Por Cristo nosso Senhor” etc.)
Gloria: fazer inclinação de cabeça ao nome de Jesus. (“Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito...”, “Só vós o Altíssimo, Jesus Cristo...”)
Liturgia da Palavra
Sentar-se para as leituras da Sagrada Escritura.
Ficar de pé para o Evangelho ao verso do Alleluia.
Quando o ministro anunciar o Evangelho, traçar o sinal da Cruz com o polegar na cabeça, nos lábios e no coração. Esse gesto é uma forma de oração para pedir a presença da Palavra de Deus na mente, nos lábios e no coração.
Sentar-se para a homilia.
Credo: De pé; fazer inclinação ao nome de Jesus; na maioria dos Domingos durante o Incarnatus (“e se encarnou pelo Espírito Santo... e se fez homem”); nas solenidades do Natal e da Anunciação todos se ajoelham a essas palavras.
Fazer o sinal da Cruz na conclusão do Credo, às palavras: “..e espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.”
Liturgia Eucarística
Sentar-se durante o ofertório.
Ficar de pé quando o sacerdote disser “Orai, irmãos e irmãs...” e permanecer de pé para responder “Receba o Senhor este sacrifício...”
Se for usado incenso, o povo se levanta e faz inclinação de cabeça ao turiferário quando ele fizer o mesmo, tanto antes como depois da incensação do povo.
Permanecer de pé até o final do Sanctus (Santo, Santo, Santo...”), quando se ajoelha durante toda a Oração Eucarística.
No momento da Consagração de cada espécie, inclinar a cabeça e pronunciar silenciosamente “Meu Senhor e meu Deus”, reconhecendo a presença de Cristo no altar. Estas são as palavras de São Tomé quando ele reconheceu verdadeiramente a Cristo quando Este apareceu diante dele (Jo 20,28). Jesus disse: “Acreditaste porque me viste. Felizes os que acreditaram sem ter visto” (Jo 20,29).
Ficar de pé ao convite do sacerdote para a Oração do Senhor.
Com reverência, unir as mãos e inclinar a cabeça durante a Oração do Senhor.
Manter-se de pé para o sinal da paz, após o convite. (O sinal da paz pode ser um aperto de mãos ou uma inclinação de cabeça à pessoa mais próxima, acompanhada das palavras “A paz esteja contigo”.)
Na recitação (ou canto) do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”), bater no peito às palavras “Tende pedade de nós”.
Ajoelhar-se ao fim do Agnus Dei (“Cordeiro de Deus...”).
Fazer inclinação de cabeça e bater no peito ao dizer: “Domine, non sum dignus... (“Senhor, eu não sou digno...”).
Recepção da Comunhão
Deixar o banco (sem genuflexão) e caminhar com reverência até o altar, com as mãos unidas em oração.
Fazer um gesto de reverência ao se aproximar do ministro em procissão para receber a Comunhão. Se ela for recebida de joelhos, não se faz nenhum gesto adicional antes de recebê-la.
Pode-se receber a Hóstia tanto na língua como na mão.
Para o primeiro caso, abrir a boca e estender a língua, de modo que o ministro possa depositar a Hóstia de forma apropriada. Para o outro caso, posicionar uma mão sobre a outra, de palmas abertas, para receber a Hóstia. Com a mão de baixo, tomar a Hóstia e com reverência depositá-la na sua boca. (Ver as diretrizes da Santa Sé de 1985).
Quando carregando uma criança, é muito mais apropriado receber a Comunhão na língua.
Se comungar também do cálice, fazer o mesmo gesto de reverência ao se aproximar do ministro.
Fazer o sinal da Cruz após ter recebido a Comunhão.
Ajoelhar-se em oração ao retornar para o banco depois da Comunhão, até o sacerdote se sentar, ou até que ele diga “Oremos”.
Ritos Finais
Ficar de pé para os ritos finais.
Fazer o sinal da Cruz durante a bênção final, quando o sacerdote invocar a Trindade.
Permanecer de pé até que todos os ministros tenham saído em procissão. (Se houver procissão recessional, fazer inclinação ao crucifixo quando ele passar.)
Se houver um hino durante o recessional, permanecer de pé até o final da execução. Se não houver hino, permanecer de pé até que todos os ministros tenham se retirado da parte principal da igreja.
Depois da conclusão da Missa, pode-se ajoelhar para uma oração privada de ação de graças.
Fazer genuflexão ao Santíssimo Sacramento e ao Altar do Sacrifício ao sair do banco, e deixar a (parte principal da) igreja em silêncio.
Fazer o sinal da Cruz com água benta ao sair da igreja, como recordação batismal de anunciar o Evangelho de Cristo a toda criatura
quinta-feira, 20 de agosto de 2015
Festa de São João Batista tem mudanças...
Depois de alguns anos celebrando 10 dias de festa em honra a São João Batista, o movimento Filhos de Maria Puríssima decidi encurtar os festejos para mEstes, por caridade, sabendo que tenho por missão a defesa do Evangelho. (Filipenses 1,16)lhor celebrar.
A tradicional festa em honra a São João Batista é marcada pela grande participação das crianças. A cada ano cresce com a graça de Deus. Essa festa que é celebrada desde 2010, tem por objetivo reavivar a nossa fé no Cristo, procurando seguir o exemplo de São João Batista. No início fazíamos com o oratórios de São João. Esse ano o triduo será marcado pela missão. Será um triduo missionário, visitando as periferias do Conjunto Bugio, na cidade de Aracaju.
O tema proposto para este ano é: " João Batista impulsionado pela caridade de Cristo, proclamou a verdade do Evangelho por toda a Galiléia!" E por lema: " A caridade de Cristo nos impulsiona!
A festa será encerrada no dia 30/08, na sede do Movimento Filhos de Maria Puríssima, na Rua A1, n° 578, Conjunto Bugio.
Sinta-se convidado!
VIVA JOÃO BATISTA!
A tradicional festa em honra a São João Batista é marcada pela grande participação das crianças. A cada ano cresce com a graça de Deus. Essa festa que é celebrada desde 2010, tem por objetivo reavivar a nossa fé no Cristo, procurando seguir o exemplo de São João Batista. No início fazíamos com o oratórios de São João. Esse ano o triduo será marcado pela missão. Será um triduo missionário, visitando as periferias do Conjunto Bugio, na cidade de Aracaju.
O tema proposto para este ano é: " João Batista impulsionado pela caridade de Cristo, proclamou a verdade do Evangelho por toda a Galiléia!" E por lema: " A caridade de Cristo nos impulsiona!
A festa será encerrada no dia 30/08, na sede do Movimento Filhos de Maria Puríssima, na Rua A1, n° 578, Conjunto Bugio.
Sinta-se convidado!
VIVA JOÃO BATISTA!
domingo, 26 de abril de 2015
Festa de Nossa Senhora do Bom Conselho 2015
Na manhã deste domingo, os filhos de Maria Puríssima se reuniram para celebrar a memória da Virgem Maria, Senhora do Bom Conselho. Essa devoção nossa para com a Virgem do Bom Conselho começou no ano de 2010, com direito a novena e tudo. Este ano, tivemos na tarde de ontem uma adoração de preparação para o dia de hoje, e hoje tivemos o Cenáculo, onde louvamos e agradecemos a Deus e a Virgem do Bom Conselho.
Aqui vai um pouco da história da Virgem do Bom Conselho:
Nossa Senhora do Bom Conselho de Genazzano
Festa 26 de abril
Uma das mais belas páginas da iconografia mariana é, sem dúvida alguma, a atraente história da Mãe do Bom Conselho, venerada na cidade de Genazzano - Itália.
Numa tarde de abril de 1467, essa imagem se deu a conhecer ao mundo, envolta em admirável mistério. Ela veio do alto, do interior de uma nuvem fulgurante, embalada por acordes celestiais.
De modo milagroso, o lindo afresco da Virgem, fino como uma casca de ovo e parecendo ter sido pintado a poucos dias, desprendeu-se de seu lugar de origem, em Scútari, na Albânia.
Em seguida, flutuando pelos ares, atravessou grandes distâncias, até repousar junto a uma igreja em ruínas, na pitoresca cidade de Genazzano, perto de Roma.
Aqui damos uma especial importância à necessidade imprescindível da devoção à Mãe do Bom Conselho em nossas vidas, pois, estejamos certos de que, a todos os nossos pedidos, Maria - a Mãe do Bom Conselho - de alguma forma nos atenderá.
Com efeito, a todo o momento somos solicitados a tomar decisões de que dependem nosso futuro, nossas realizações temporais e, sobretudo, nossa santificação e salvação eterna.
Nesses instantes, quando não raras vezes nos assaltam dúvidas e inseguranças, é que a voz suave e materna de Maria Santíssima nos fala na alma, dando o bom conselho que nos ilumina e orienta no acertado caminho.
Sim, é a Mãe do Bom Conselho toda feita de ternura e solicitude que nos guia, em meio às incertezas terrenas, ao porto seguro do Céu. Lá haveremos todos de chegar, conduzidos pela sua incansável misericórdia, amparo e bondade infalíveis.
Oração a Nossa Senhora do Bom Conselho
Gloriosíssima Virgem, escolhida pelo Conselho Eterno para ser Mãe do Verbo Encarnado, tesoureira das divinas graças e advogada dos pecadores, eu, o mais indigno dos vossos servos, a Vós recorro, para que Vos digneis de ser o meu guia e conselho neste vale de lágrimas. Alcançai-me, pelo preciosíssimo Sangue de vosso Divino Filho, o perdão de meus pecados, a salvação da minha alma e os meios necessários para operá-la. Alcançai para a Santa Igreja o triunfo sobre os seus inimigos e a propagação do Reino de Jesus Cristo por toda a Terra. Assim seja.
segunda-feira, 6 de abril de 2015
Mensagem de Páscoa/ Por Matheus Henrique
No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo de Jesus bem de madrugada, quando ainda estava escuro. Ela viu que a pedra tinha sido retirada do túmulo. Então saiu correndo e foi encontrar Simão Pedro e o outro discípulo que Jesus amava.
E disse para eles: "Tiraram do túmulo o Senhor, e não sabemos onde o colocaram."Então Pedro e o outro discípulo saíram e foram ao túmulo. Os dois corriam juntos. Mas o outro discípulo correu mais depressa do que Pedro, e chegou primeiro ao túmulo. Inclinando-se, viu os panos de linho no chão, mas não entrou.
Pedro, que vinha correndo atrás, chegou também e entrou no túmulo. Viu os panos de linho estendidos no chão e o sudário que tinha sido usado para cobrir a cabeça de Jesus. Mas o sudário não estava com os panos de linho no chão; estava enrolado num lugar à parte.
Assim, o outro discípulo, que tinha chegado primeiro ao túmulo, entrou também. Ele viu e acreditou. De fato, eles ainda não tinham compreendido a Escritura que diz: "Ele deve ressuscitar dos mortos." Os discípulos, então, voltaram para casa. (Jo 20, 1-9)
Meus queridos amigos, irmãos na fé e na caminhada da vida.
Venho vos trazer uma mensagem sobre estas celebrações que acabamos de vivenciar, aliás, que estamos vivenciando, que são as celebrações pascais.
Como vimos no texto acima citado, Jesus não está morto, Ele ressuscitou como predisseram as Escrituras, porém os discípulos ainda não haviam compreendido bem esse fato.
Acreditar a primeira vista, como João acreditou, é um prova de que ele confiava cegamente em Jesus.
Nós muitas das vezes, não temos tal confiança, nem nos interessamos em adquiri-la.
Somos de Igreja, fazemos parte da comunidade de Cristo, mas não confiamos plenamente em Jesus.
Olhar os acontecimentos da Semana Santa, principalmente a passagem da morte para a vida, e a reação dos Apóstolos ao saber da notícia que Cristo ressuscitou, nos faz meditar sobre como nós reagiriamos perante tal notícia, qual seria a nossa reação?
Sim, ficariamos surpresos, mas, acontece que Cristo já havia dado sinais de sua ressurreição. Como diz um sacerdote amigo, precisamos prestar mais atenção nos sinais de Deus em nossa vida.
A Páscoa é a passagem da escravidão do pecado para a liberdade divina, da morte para a vida eterna, vida esta que é o próprio Cristo glorioso.
Precisamos acreditar mais no poder de Deus em nossa vida, acreditar na sua ação divina em nossa história, acreditar que Cristo venceu e anunciar essa vitória para o mundo.
A Páscoa é a festa da vida, como Cristo reviveu, nós também somos chamados a reviver, a receber esta vida nova que o próprio Cristo nos dá.
Pois bem meus caros, desejo a todos vocês essa vida nova que é o Cristo Ressuscitado na vida de cada um de vocês, desejo que vocês abram os olhos, vejam o sinais de Deus e acreditem no seu poder que agi na vida da cada um de nós.
Que a Virgem Santíssima, mãe do ressuscitado, nos conceda a graça de um dia com ela, contemplar-mos Cristo Jesus, luz do mundo.
A todos uma Feliz e santa Páscoa!
Matheus Henrique
Fundador do Movimento Católico Filhos de Maria Puríssima
terça-feira, 31 de março de 2015
Vivendo a Semana Santa
A Semana Santa é o grande retiro espiritual das comunidades eclesiais, convidando os cristãos à conversão e renovação de vida. Ela se inicia com o Domingo de Ramos e se estende até o Domingo da Páscoa. É a semana mais importante do ano litúrgico, quando se celebram de modo especial os mistérios da paixão, morte e ressurreição de Jesus Cristo.
DOMINGO DE RAMOS - A celebração desse dia lembra a entrada de Jesus em Jerusalém, aonde vai para completar sua missão, que culminará com a morte na cruz. Os evangelhos relatam que muitas pessoas homenagearam a Jesus, estendendo mantos pelo chão e aclamando-o com ramos de árvores. Por isso hoje os fiéis carregam ramos, recordando o acontecimento. Imitando o gesto do povo em Jerusalém, querem exprimir que Jesus é o único mestre e Senhor.
2ª A 4ª FEIRAS – Nestes dias, a Liturgia apresenta textos bíblicos que enfocam a missão redentora de Cristo. Nesses dias não há nenhuma celebração litúrgica especial, mas nas comunidades paroquiais, é costume realizarem procissões, vias-sacras, celebrações penitenciais e outras, procurando realçar o sentido da Semana.
Tríduo Pascal
O ponto alto da Semana Santa é o Tríduo Pascal (ou Tríduo Sacro) que se inicia com a missa vespertina da Quinta-feira Santa e se conclui com a Vigília Pascal, no Sábado Santo. Os três dias formam uma só celebração, que resume todo o mistério pascal. Por isso, nas celebrações da quinta-feira à noite e da sexta-feira não se dá a bênção final; ela só será dada, solenemente, no final da Vigília Pascal.
QUINTA-FEIRA SANTA - Neste dia celebra-se a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. A Eucaristia é o sacramento do Corpo e Sangue de Cristo, que se oferece como alimento espiritual.
De manhã só há uma celebração, a Missa do Crisma que, na nossa diocese, é realizada na noite de quarta-feira, permitindo que mais pessoas possam participar.
Na quinta-feira à noite acontece a celebração solene da Missa, em que se recorda a instituição da Eucaristia e do Sacerdócio ministerial. Nessa missa realiza-se a cerimônia do lava-pés, em que o celebrante recorda o gesto de Cristo que lavou os pés dos seus apóstolos. Esse gesto procura transmitir a mensagem de que o cristão deve ser humilde e servidor.
Nessa celebração também se recorda o mandamento novo que Jesus deixou: “Eu vos dou um novo mandamento, que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.” Comungar o corpo e sangue de Cristo na Eucaristia implica a vivência do amor fraterno e do serviço. Essa é a lição da celebração.
SEXTA-FEIRA SANTA - A Igreja contempla o mistério do grande amor de Deus pelos homens. Ela se recolhe no silêncio, na oração e na escuta da palavra divina, procurando entender o significado profundo da morte do Senhor. Neste dia não há missa. À tarde acontece a Celebração da Paixão e Morte de Jesus, com a proclamação da Palavra, a oração universal, a adoração da cruz e a distribuição da Sagrada Comunhão.
Na primeira parte, são proclamados um texto do profeta Isaías sobre o Servo Sofredor, figura de Cristo, outro da Carta aos Hebreus que ressalta a fidelidade de Jesus ao projeto do Pai e o relato da paixão e morte de Cristo do evangelista João. São três textos muito ricos e que se completam, ressaltando a missão salvadora de Jesus Cristo.
O segundo momento é a Oração Universal, compreendendo diversas preces pela Igreja e pela humanidade. Aos pés do Redentor imolado, a Igreja faz as suas súplicas confiante. Depois segue-se o momento solene e profundo da apresentação da Cruz, convidando todos a adorarem o Salvador nela pregado: “Eis o lenho da Cruz, do qual pendeu a salvação do mundo. – Vinde adoremos”.
E o quarto momento é a comunhão. Todos revivem a morte do Senhor e querem receber seu corpo e sangue; é a proclamação da fé no Cristo que morreu, mas ressuscitou.
Nesse dia a Igreja pede o sacrifício do jejum e da abstinência de carne, como ato de homenagem e gratidão a Cristo, para ajudar-nos a viver mais intensamente esse mistério, e como gesto de solidariedade com tantos irmãos que não têm o necessário para viver.
Mas a Semana Santa não se encerra com a sexta-feira, mas no dia seguinte quando se celebra a vitória de Jesus. Só há sentido em celebrar a cruz quando se vive a certeza da ressurreição.
VIGÍLIA PASCAL - Sábado Santo é dia de “luto”, de silêncio e de oração. A Igreja permanece junto ao sepulcro, meditando no mistério da morte do Senhor e na expectativa de sua ressurreição. Durante o dia não há missa, batizado, casamento, nenhuma celebração.
À noite, a Igreja celebra a solene Vigília Pascal, a “mãe de todas as vigílias”, revivendo a ressurreição de Cristo, sal vitória sobre o pecado e a morte. A cerimônia é carregada de ricos simbolismos que nos lembram a ação de Deus, a luz e a vida nova que brotam da ressurreição de Cristo.
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TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!
"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...






