quinta-feira, 15 de maio de 2014

“Senhor, com o teu auxílio, lutarei” - São Josemaria Escrivá

 




O cântico humilde e gozoso de Maria, no Magnificat , lembra-nos a infinita generosidade do Senhor para com os que se fazem como crianças, para com os que se abaixam e sinceramente se sabem nada. (Forja, 608)

Não nos esqueçamos de que santo não é o que não cai, mas o que se levanta sempre, com humildade e com santa teimosia. Se no livro dos Provérbios se comenta que o justo cai sete vezes por dia (Cfr. Prv 24, 16), tu e eu – pobres criaturas – não devemos admirar-nos nem desanimar com as nossas misérias pessoais, com os nossos tropeços, porque continuaremos avante se procurarmos a fortaleza nAquele que nos prometeu: Vinde a mim todos os que andais fatigados com trabalhos e cargas, e eu vos aliviarei (Mt 11, 28). Obrigado, Senhor, quia tu es, Deus, fortitudo mea (Sl 42, 2), porque foste sempre Tu, e só Tu, meu Deus, a minha fortaleza, o meu refúgio e o meu apoio.

Se desejas verdadeiramente progredir na vida interior, sê humilde. Recorre com constância, confiadamente, à ajuda do Senhor e de sua Mãe bendita, que é também tua Mãe. Com serenidade, tranquilo, por muito que doa a ferida ainda não cicatrizada do teu último resvalo, abraça de novo a cruz e diz: Senhor, com o teu auxílio, lutarei para não me deter, responderei fielmente aos teus apelos, sem temor às encostas empinadas, nem à aparente monotonia do trabalho habitual, nem aos cardos e aos seixos do caminho. Sei que sou assistido pela tua misericórdia e que, no fim, acharei a felicidade eterna, a alegria e o amor pelos séculos infinitos. (Amigos de Deus, 131)
 
 
Fonte: Página Mensagens de São Josemaria Escrivá

quarta-feira, 14 de maio de 2014

Nossa Senhora da Pureza

Santa Maria, Mãe da Pureza - Padroeira dos Clérigos Regulares Teatinos

                      Entre todas as mulheres de todos os tempos e de todos os lugares, Deus escolheu Maria para ser sua mãe. Esta glória fez Maria cantar perante Santa Isabel: Minha alma glorifica o Senhor, meu espírito exulta em Deus meu Salvador, porque olhou para sua pobre serva. Por isso, desde agora, me proclamarão bem-aventurada todas as gerações, porque realizou em mim maravilhas aquele que é poderoso e cujo nome é Santo... (Lc. 1, 42 ss.)
                     O Magnificat é o canto da glória de Maria, por ter sido a eleita de Deus. Em sua qualidade de Mãe, tem a Virgem um certo direito singular a todos os dons de seu Filho afirmam os santos e teólogos.
                      Todas as criaturas revelam Deus de algum modo, são como espelhos da divindade. Alguém já disse que Deus não fala, mas tudo nos fala de Deus. Maria é um espelho especialíssimo de Deus, diz São Tomás de Aquino. Os outros santos, diz ele, são exemplos de virtudes particulares: um foi humilde, outro foi casto, outro misericordioso, e assim nos são mostrados como exemplos de uma virtude. Mas a bem-aventurada Virgem é exemplo de todas as virtudes . É por isso que a Ladainha lhe chama de Espelho da Justiça .O esplêndido quadro pintado por Luís Morales, dito o divino, com simplicidade de traços e de profundo gosto de artista, era venerado na capela particular da nobre família Bernardo-Mendonza de Nápoles.
                     O teatino Pe. Giuseppe Caracciolo, confessor dessa família, freqüentemente orava diante dessa imagem atraído pelo esplendor virginal que irradiava sobre a face de Nossa Senhora.
                    Quando morreu o último herdeiro, a imagem foi entregue em sinal de reconhecimento, aos padres teatinos, e, em 7 de setembro de 1641, foi transferida solenemente à Igreja de São Paulo Maior.
                   Os fiéis foram prontamente arrebatados, e por sua graciosidade e modéstia de traços a invocaram com o título de Madonna della Puritá, ou seja, Nossa Senhora da Pureza.
                   Em 1647, os padres teatinos a elegeram Patrona de sua Ordem.
                   Desde então, o culto à N. Sra. Da Pureza se estendia por toda a parte onde os teatinos fossem abrir uma casa ou reger uma Igreja. Assim é que hoje se pode venerar tal imagem em muitos lugares, sobretudo no sul da Itália.

ORAÇÃO A NOSSA SENHORA DA PUREZA
Oh! Minha Senhora e minha Mãe, eu me ofereço todo a Vós e, em prova de minha devoção, vos consagro neste dia, meus olhos, meus ouvidos, minha boca, meus coração e todo o meu ser. E já que sou vosso, ó incomparável Mãe, guardai-me e defendei-me como filho  muito amado vosso. AMÉM!
HINO A NOSSA SENHORA DA PUREZA

1. Maria da Pureza, tu es a mãe do menino Deus
Olhai do céu nosso povo que vive e caminha em busca do amor
Maria ensinai-nos admitir as nossas fraquezas
E confiando em teu filho a ele entregamos o nosso viver (bis)
Senhora da Pureza, levai-nos à Liberdade,
Guiando nossa vida nos passos da Sobriedade (2x)

2. Arrependido ó Mãe, confesso a Deus os meus pecados
Somente morrendo o homem velho, renasceremos no amor do Pai
Ajuda a reparar o mal que causei aos meus irmãos
Professo: creio em Deus Trino e que eu seja fermento do Reino de Deus (bis)

3. Orando e Vigiando pra não cair em tentação,
A teu exemplo Maria, queremos servir o nosso irmão
Celebrando a partilha do pão do céu que faz viver
Festejaremos alegres em Jesus Cristo, a Libertação (bis)

4. Maria da Pureza, tu que caminhas no meio do povo
Desperta, anima e ensina o nosso povo a viver no amor.
Maria da Pureza, mãe dos humildes e dos mais simples
Guiai a nossa vida nos doze passos da Sobriedade. muito amado vosso. AMÉM!

terça-feira, 13 de maio de 2014

Primeira Aparição de Nossa Senhora de Fátima


Dia 13 de Maio de 1917.

Lúcia, Francisco e Jacinta estavam brincando num lugar chamado Cova da Iria. De repente, observaram dois clarões como de relâmpagos, e em seguida viram, sobre a copa de uma pequena árvore chamada azinheira, uma Senhora de beleza incomparável.
Era uma Senhora vestida de branco, mais brilhante que o sol, irradiando luz mais clara e intensa que um copo de cristal cheio de água cristalina, atravessado pelos raios do sol mais ardente.
Sua face, indescritivelmente bela, não era nem alegre e nem triste, mas séria, com ar de suave censura. As mãos juntas, como a rezar, apoiadas no peito, e voltadas para cima. Da sua mão direita pendia um Rosário. As vestes pareciam feitas somente de luz. A túnica e o manto eram brancos com bordas douradas, que cobria a cabeça da Virgem Maria e lhe descia até os pés.
Lúcia jamais conseguiu descrever perfeitamente os traços dessa fisionomia tão brilhante. Com voz maternal e suave, Nossa Senhora tranqüiliza as três crianças, dizendo:
Nossa Senhora: “Não tenhais medo. Eu não vos farei mal.”
E Lúcia pergunta:
Lúcia: “Donde é Vossemecê?”
Nossa Senhora: “Sou do Céu!”

Lúcia: “E que é que vossemecê me quer?
Nossa Senhora: “Vim para pedir que venhais aqui seis meses seguidos, sempre no dia 13, a esta mesma hora. Depois vos direi quem sou e o que quero. Em seguida, voltarei aqui ainda uma sétima vez.”
Lúcia: “E eu também vou para o Céu?”
Nossa Senhora: “Sim, vais.”
Lúcia: “E a Jacinta?”
Nossa Senhora: “Também”
Lúcia: “E o Francisco?”
Nossa Senhora: “Também. Mas tem que rezar muitos terços”.
Nossa Senhora: “Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser mandar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido, e de súplica pela conversão dos pecadores?”
Lúcia: “Sim, queremos”
Nossa Senhora: “Tereis muito que sofrer, mas a graça de Deus será o vosso conforto”.
Ao pronunciar estas últimas palavras, Nossa Senhora abriu as mãos, e delas saía uma intensa luz.
Os pastorinhos sentiram um impulso que os fez cair de joelhos, e rezaram em silêncio a oração que o Anjo havia lhes ensinado:
As três crianças: “Ó Santíssima Trindade, eu Vos adoro. Meu Deus, meu Deus, eu Vos amo no Santíssimo Sacramento.”
Passados uns momentos, Nossa Senhora acrescentou:
Nossa Senhora: “Rezem o Terço todos os dias, para alcançarem a paz para o mundo, e o fim da guerra.”
Em seguida, cercada de luz, começou a elevar-se serenamente, até desaparecer.

segunda-feira, 12 de maio de 2014

É preciso saber viver...

Quem espera que a vida
Seja feita de ilusão
Pode até ficar maluco
Ou morrer na solidão
É preciso ter cuidado
Pra mais tarde não sofrer
É preciso saber viver

Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver

É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
É preciso saber viver
Saber viver, Saber viver

Belíssima música composta por Erasmo Carlos e Roberto Carlos!

sexta-feira, 9 de maio de 2014

Regina Caeli, canção composta pelos Anjos!

 


Era o ano 590, em Roma. Já devastada por um transbordamento do Tibre, que havia alagado a cidade reduzindo-a à fome, irrompeu uma terrível peste.

Para aplacar a cólera divina, o Papa S. Gregório Magno ordenou uma litania septiforme.

Isto é, uma procissão geral do clero e da população romana, formada por sete cortejos que confluíram para a Basílica Vaticana.



Enquanto a grande multidão caminhava pela cidade, a pestilência chegou a um tal furor, que no breve espaço de uma hora oitenta pessoas caíram mortas ao chão.

Mas S. Gregório não cessou um instante de exortar o povo para que continuasse a rezar, e que diante do cortejo fosse levado o quadro da Virgem que chora, do Ara Coeli, pintado pelo evangelista S. Lucas.

Fato maravilhoso: à medida que a imagem avançava, a área se tornava mais sã e limpa à sua passagem, e os miasmas da peste se dissolviam.

Junto da ponte que une a cidade ao castelo, inesperadamente ouviu-se um coro que cantava, por cima da sagrada imagem: “Regina Coeli, laetare, Alleluia!”, ao qual S. Gregório respondeu: “Ora pro nobis Deum, Alleluia!”. Assim nasceu o Regina Coeli.

Após o canto, os anjos se colocaram em círculo em torno do quadro. São Gregório Magno, erguendo os olhos, viu sobre o alto do castelo um anjo exterminador que, após enxugar a espada, da qual escorria sangue, colocou-a na bainha, como sinal do cessamento do castigo.

Como recordação, o castelo ficou conhecido com o nome de Sant’Angelo. Em sua mais alta torre foi posta a célebre imagem de São Miguel, o anjo exterminador.

(Fonte: “Lepanto”, Roma, set/out 83)

Atitudes não cristãs...

Queridos leitores deste humilde blog, a Paz esteja contigo...

Venho hoje refletir convosco sobre certas atitudes que nós cristãos (e mesmo você que não é cristão), temos em relação ao próximo.
Acho interessante que em todos os lugares encontramos juizes, inclusive dentro de Igrejas, católicas e não católicas. Muita gente pregando que Deus é o justo juiz, e são os primeiros a julgarem as atitudes alheias. Pastores que usam dos púlpitos para julgar as atitudes dos fieis, que, como todo ser humano, comete erros.
Fieis que ao invés de rezar e ajudar seu pastor ficam por ai falando mal deles...
Não fazem que nem diz Jesus: Quando teu irmão pecar, corrigi-o secretamente!
Quem, afinal, é o justo juiz? Eu? Na minha inguinorancia? Na minha miserável humanidade? Ou Deus, criador de tudo o que existe e que existirá, o principio e fim de todas as coisas? Aquele que, na sua infinita miséricordia, enviou seu santo Filho para que desse vida, e vida em plenitude a toda humanidade. Aquele que nos falou pelos santos profetas, pelos apostolos e etc. Já disse em outras reflexões e torno a dizer: BOM JULGADOR SÓ DEUS!  Agora, acho interessante, que essas pessoas que ficam ai julgando as atitudes alheias não olham para a própria vida. Se dizem cristãos, coordenadores de grupos paroquiais, e ficam por ai, manchando com seu testemunho de vida, a imagem da Igreja, que caminha neste mundo, buscando a santificação de seus fieis. Esse povo que dizem ser cristãos católicos, não são cristão católicos, pois um cristão católico verdadeiro busca sua conversão e a conversão do irmão, e não sai por ai falando mal do povo, como vejo muita gente fazer. Creio que ninguém na Igreja é santo, porém todos nós buscamos a santidade. Daí eu pergunto, como estou buscando a minha santidade? Lendo a palavra de Deus? Ou lendo revista de fofoca? Rezando, orando? Ou falando mal da vida do povo? No meu grupo de oração, acolho realmente a todos? Ou desprezo pessoas que tem carismas diferentes do meu? Eu vejo tanta gente falando de acolhimento, mais na pratica, não vejo é nada!!! Acolher quem chega é fácil, difícil é acolher que já está! E mais, está incrivél o comportamento das pessoas, na sua frente é uma coisa, por trás é outra. Falam tanto em mudança de vida, porém, na sua vida não muda nada. Não é da minha conta se fulano e beltrano andam juntos, a vida é deles, eles fazem o que eles quiserem! Tô mentindo? NÃO!!!
Rezemos, caríssimos, pedindo a Deus que ajude a essa pobres almas, a buscarem realmente a Deus sobre todas as coisas. Não sou nenhum santo, porém, busco em Deus a minha santidade de vida!!!

MUDEMOS DE VIDA, ENQUANTO HÁ TEMPO, POIS, SE NÃO SERÁ TARDE DEMAIS!!!!

PAZ E BEM!

Matheus Pinto

quinta-feira, 8 de maio de 2014

A Nossa Senhora, um dos mais antigos cânticos da América!


Nossa Senhora do Carmo, escola cusquenha
Nossa Senhora do Carmo, escola cusquenha


O “Hanaq Pachaq” ‒ o “Reino dos Céus” na língua incaica ‒ é uma muito antiga obra polifônica composta no Novo Mundo e dedicada a Nossa Senhora.

É um hino para ser cantado nas procissões de ingresso na igreja.

Ele foi concebido em língua quéchua, a dos incas do Peru.

Provavelmente o autor foi um indígena. O missionário franciscano frei Juan Pérez Bocanegra fez a anotação musical.

A partitura se encontra no fim de um “Ritual formulário”, de 1631, obra do religioso. Porém, o hino foi composto anos antes, provavelmente em 1610.

No “Hanaq Pachaq” os fiéis perguntam à Mãe de Deus qual é o lugar que seu Filho reserva aos mortais no Reino dos Céus.

Igreja de São Pedro, Andahuaylillas, Peru
Igreja de São Pedro, Andahuaylillas, Peru
A versão original foi recuperada pelos padres jesuítas de Urcos ‒ Quispicanchi, Cuzco, Peru ‒ sob a direção do Pe. José María García, SJ, conhecedores do antigo quéchua litúrgico.

O manuscrito original é conservado na Biblioteca da Universidade de San Andrés, em La Paz, Bolívia.

Frei Bocanegra, pároco de Andahuaylillas, em Quispicanchi, ao sul de Cuzco, aumentou a igreja e a embelezou a ponto de ser qualificada de Capela Sistina dos Andes.

A paróquia fica frente ao morro Qoriorqo, que literalmente significa “morro de ouro”.

Igreja de São Pedro, Andahuaylillas,  onde foi cantado por vez primeira
Igreja de São Pedro, Andahuaylillas,
onde foi cantado por vez primeira
Por volta de 1610, o missionário mandou construir nela dois órgãos que ainda se conservam. Eles são os mais antigos da América Latina.

Tudo leva a crer que foi nessa capela que se cantou por vez primeira esse hino carregado de mistério, doce, profundo, revelador da capacidade dos indígenas para estabelecer uma relação muito intima com Nossa Senhora.

O sacerdote escreveu a primeira gramática fonética hispano-quéchua, além do “Ritual formulário” que contém o “Hanaq Pachaq”, hino “para ser cantado pelos cantores no momento de ingressar na igreja”.

O discípulo de São Francisco foi também Cônego Magistral da catedral de Cuzco e administrador dos imensos bens do marquesado de Oropesa de Santiago.

Ana María Lorenza de Loyola Coya e seu esposo,  Juan Enríquez de Borja, marqueses de Oropesa
Ana María Lorenza de Loyola Coya e seu esposo,
Juan Enríquez de Borja, marqueses de Oropesa
O Marquesado de Santiago de Oropesa é o título nobiliárquico outorgado pelo rei Felipe III de Espanha para a descendência real incaica por linha feminina para Maria de Loyola e Coya-Inca. Foi um dos grandes senhorios plenos da América.

HANAQ PACHAQ

HanaqPachaq kusicuinin
Ó alegria do Céu,

waranqakta much’asqayki,
Reverenciar-te-ei por todo e sempre,


yupayruru puqoq mallki,
Árvore florida que nos dás o Fruto Sagrado,

runakunaq sayakuinin
esperança da Humanidade,

kallpanaqpa quemikuinin,
fortaleza que me sustenta

waqllasqayta.
quando eu estou para cair.


Uyariway much’asqayta
Nossa Senhora do Rosário de Pomato, escola cusquenha
Nossa Senhora do Rosário de Pomato, escola cusquenha
Considera minha veneração,

Diuspa rampan Diuspa maman
minha reverência e meu pranto.

yuraq toqtoq hamanqayman,
Ó Tu, mão guiadora de Deus, Mãe de Deus,

yupasqaya qollpasqayta,
‘Amancaicito’* que desabrochas em tenras e brancas asas,

wawarkiman suyusqaita
faz a este teu filho conhecer

rikuchillay.
o local que lhe tendes reservado no Reino dos Céus.

*Amancaicito =Flor andina, parecida ao lírio branco.

(Fonte: Blog “De villancicos, tonos humanos y zarzuelas”)

TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!

"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...