domingo, 6 de fevereiro de 2011

A ARQUIDIOCESE DE SAO SALVADOR TERA UM NOVO ARCEBISPO


O arcebispo eleito de Salvador, dom Murilo Krieger, estará em Salvador hoje para conhecer a realidade da arquidiocese e do povo baiano. A programação prevê que dom Murilo visite a cúria e as instalações da arquidiocese, acompanhado por dom Geraldo Majella Agnelo, cardeal arcebispo de Salvador e primaz do Brasil, que pediu renúncia do cargo por idade - acima de 75 anos.

O novo arcebispo assumirá o cargo no dia 25 de março, em uma missa na catedral que será aberta ao público.

TEMPO COMUM,TEMPO DE ESPERANÇA EM CRISTO JESUS!!!


O Tempo Comum é um período do Ano litúrgico de trinta e três ou trinta e quatro semanas nas quais são celebrados, na sua globalidade, os Mistérios de Cristo. Comemora-se o próprio Mistério de Cristo em sua plenitude, principalmente aos domingos.


Missa no Tempo Comum: a cor usada é o verde, que significa que os cristãos devem ser fortes como o pinheiro, que é a árvore mais forte entre todasO Tempo Comum é o período mais extenso do ano litúrgico: 33 - 34 semanas distribuídas entre a festa do Batismo de Jesus até o começo da Quaresma e as outras semanas entre a segunda-feira depois de Pentecostes e o início do Advento.


O Domingo
Este tempo existe não para celebrar algum aspecto particular do mistério de Cristo mas para celebrá-lo em sua globalidade, especialmente em cada Domingo (cf. NALC 43: Normas gerais sobre o Ano litúrgico e o Calendário); durante este tempo se aprofunda e se assimila o mistério de Cristo que se insere na vida do povo de Deus para torná-la plenamente pascal;

O elemento principal e mais forte do Tempo Comum é o Domingo, que surgiu antes mesmo da celebração anual da Páscoa. Era o único elemento celebrativo no correr do ano: a grande celebração semanal do Mistério Pascal de Cristo. É, pois, um tempo marcadamente caracterizado pelo Domingo, quer pela teologia, quer pela espiritualidade.

Os meses temáticos do Ano Litúrgico não fazem parte do calendário e nunca suas celebrações sobrepõem àquelas contidas no Domingo. Os meses Vocacional, da Bíblia, das Missões, a Campanha da Fraternidade e outras comemorações ajudam na madura adaptação e criatividade nas celebrações mas nunca são superiores à mística da liturgia dominical.

Tempo Comum e "tempos fortes"
Não se podem contrapor os chamados "tempos fortes" ao Tempo Comum, como se este tempo fosse um tempo fraco ou inferior. É o tecido concreto da vida normal do cristão, fora das festas, e pode ver-se nele a comemoração da presença de Cristo na vida quotidiana e nos momentos simples da vida dos cristãos.

Duas fontes são importantes para a espiritualidade e força do Tempo Comum: Os Domingos e os tempos fortes. O Tempo Comum pode ser vivido como prolongamento do respectivo tempo forte. Vejamos: a primeira parte do TC, iniciada após a Epifania e o Batismo de Jesus, constitui tempo de crescimento da vida nascida no Natal e manifestada na Epifania.

Esta vida para crescer e manifestar-se em plenitude e produzir frutos, necessita da ação do Espírito Santo que age no Batismo do Senhor. A partir daqui Jesus começa a exercer seu poder messiânico. Também a Igreja: fecundada pelo Espírito ela produz frutos de boas obras;

A composição dos anos em "A", centrado em Mateus; "B", centrado em Marcos; "C", centrado em Lucas, com inserções de João presente nos diversos ciclos especiais, ajuda enormemente a magnitude do Tempo Comum;

No Tempo Comum temos algo semelhante ao recomeçar por volta do 9º Domingo, imediatamente depois de Pentecostes: a vida renasce na Páscoa e desenvolve-se através do Tempo Comum, depois de fecundado pelo Espírito em Pentecostes. A força do Mistério Pascal é vivida pela Igreja através dos Domingos durante o ano que amadurece os frutos de boas obras, preparando a vinda do Senhor.

A celebração dos Santos no Tempo Comum
Durante o Ano Litúrgico o culto à Nossa Senhora e aos Santos é integrado na Liturgia, enriquecendo a participação dos fiéis. É claro que toda ação litúrgica é dirigida ao Pai, por Cristo, que é o centro. É sempre o Mistério Pascal que se conta e evidencia. Deus fez maravilhas através dos Santos e de Maria que depois do Senhor ocupa um especial lugar na vida da Igreja e em seu culto;

Maria revela o mistério de Cristo e da Igreja de maneira forte e eficaz. Seu culto não é algo paralelo e independente; está integrado ao Mistério Pascal; em Maria a Igreja vive o mistério de Cristo;

Algumas solenidades são celebradas no Domingo, por exemplo, a da Santíssima Trindade, e outras, como a Assunção de Nossa Senhora e Todos os Santos, quando transferidas do seu dia próprio. As festas referentes à pessoa de Jesus, quando caem no domingo, são celebradas no Domingo e também a Comemoração de todos os fiéis defuntos (2 de novembro).

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

PROGRAMAÇAO DE FIM DE ANO NA COMUNIDADE DOS FILHOS DE MARIA


24/12-MISSA DO GALO: 19:00-COMUNIDADE SAO JOAO BATISTA
23:00-MATRIZ DE NOSSA SENHORA APAREÇIDA
25/12-MISSA DO NATAL DO SENHOR:
07:00-MATRIZ DE NOSSA SRA APAREÇIDA
17:00-FESTA DA COMUNIDADE NATIVIDADE DO MENINO JESUS!!
26/12-MISSA DA SAGRADA FAMILIA:
07:00-MATRIZ DE N.SRA APAREÇIDA
20:00-COM.SAO JOAO BATISTA
31/12-MISSA DE ANO NOVO:
20:00-COM.SAGRADA FAMILIA.
01/01/2011-MISSA EM LOUVOR A MAE DE DEUS E AO BOM JESUS DOS NAVEGANTES:
07:00-COM.SAGRADA FAMILIA
20:00-MATRIZ!!

LOUVADO SEJA A SANTISSIMA EUCARISTIA!!!!!

MATHEUS PINTO{PREZIDENTE DA COMUNIDADE}

sábado, 18 de dezembro de 2010

FESTA DE NOSSA SENHORA DA CONCEIÇAO DA PRAIA!!!


NO ULTIMO DIA 08 DE DEZEMBRO DE 2010 A CIDADE DE SAO SALVADOR DA BAHIA CELEBROU A FESTA DA SUA PADROEIRA NOSSA SENHORA DA CONCEIÇAO DA PRAIA.
NA CELEBRAÇAO EUCARISTICA SOLENE PRESIDIDA PELO NOSSO CARDEAL ARCEBISPO E PRIMAZ DO BRASIL DOM GERALDO MAGELA AGNELO,A BASILICA DA CONCEIÇAO DA PRAIL RECEBEU O TITULO DE SANTUARIO MARIANO DA CONCEIÇAO DA PRAIA.

SALVE MARIA!!!

ADVENTO!!!!!!!!

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

FESTA DE CRISTO REI!!!!

Hoje é dia de Cristo Rei, fim do ano litúrgico.
A Festa de Cristo Rei é, também, a festa da soberania de Cristo sobre a comunidade cristã. A Igreja é um corpo, do qual Cristo é a cabeça, é Cristo que reúne os vários membros numa comunidade de irmãos que vivem no amor.
Cristo que a todos alimenta e dá vida; é Cristo o termo dessa caminhada que os crentes fazem ao encontro da vida em plenitude. Esta centralidade de Cristo tem estado sempre presente na reflexão, na catequese e na vida da Igreja?
É que
Muitas vezes falamos mais de autoridade e de obediência do que de Cristo; de
Castidade, de celibato e de leis canónicas, do que do Evangelho; de dinheiro, de
Poder e de direitos da Igreja, do que do “Reino”… Cristo é – não em teoria, mas de
Facto – o centro de referência da Igreja no seu todo e de cada uma das nossas
Comunidades cristãs em particular? Não damos, às vezes, mais importância às leis
Feitas pelos homens do que a Cristo? Não há, tantas vezes, “santos”, “santinhos” e
“santões” que assumem um valor exagerado na vivência de certos cristãos, e que em termos pessoais, Cristo é o centro, referência fundamental à volta da qual a
Minha vida se articula e se constrói? O que é que Ele significa para mim, não em
Termos de definição teórica, mas em termos existenciais?
Ocultam ou fazem esquecer o essencial.
Toda a vida de Jesus foi dominada pelo tema do “Reino”. Ele começou o seu
Ministério anunciando que “o Reino chegou” . A afirmação da sua dignidade real passa
pelo sofrimento, pela morte, pela entrega de si próprio. O seu trono é a cruz,
expressão máxima de uma vida feita amor e entrega. É neste sentido que o Evangelho
de hoje nos convida a entender a realeza de Jesus.


Frei Cardoso

TERCEIRA TARDE DE LOUVOR COM A MÃE PURÍSSIMA!

"Nós amamos porque primeiro Deus nos amou!" (1Jo 4, 19) Abrimos o mês da Bíblia com a Terceira Tarde de Louvor com a Mãe Puríss...